Gamespot ironiza o Brasil por proibição de Bully
Publicado em 12/04/2008, 15h00 por Artur Carsten
Modificado pela última vez em 12/04/2008, 11h45.
Recentemente, o Ministério Público do Rio Grande do Sul anunciou a proibição do jogo “Bully” no estado. Em um comunicado postado no site do ministério, a empresa JPF Magazine está totalmente proibida de distribuir e comercializar o jogo. A medida está valendo tanto para sites quanto para lojas, que têm um prazo de 30 diais para suspenderem qualquer ativididade comercial relacionada ao jogo. Em caso de descumprimento dessas determinações, a multa pode chegar a R$1.000.
De acordo com esse comunicado, “‘Bully‘ retrata ambiente de violência e corrupção em ambiente escolar e é considerado nocivo pelo Ministério Público”, além de exibir conteúdo de provocações, corrupção, humilhação e professores inescrupulosos. Em Janeiro deste ano, “Counter-Strike” e “EverQuest” também foram proibidos no Brasil por determinação federal.
Ao noticiar o incidente, o site Gamespot, um dos portais mais bem conceituados sobre jogos, inseriu uma introdução à notícia um pouco polêmica, que irritou leitores brasileiros. “Com suas enormes festas, praias de topless e favelas sem lei o Brasil tem a reputação de um lugar onde vale tudo. Bem, quase tudo”. Será mesmo que aqui “vale tudo”?
É claro que isso não foi deixado barato por centenas de brasileiros que protestaram contra o Gamespot, o suficiente pra uma mudança neste texto irônico, mas que, na tentativa de melhorar a imagem do país, o site acabou piorando a situação: “com sua economia grandiosa, população florescente e cultura vibrante, o Brasil é um dos principais jogadores no palco do mundo. Entretanto, os fatos que estão nas notícias como suas enormes festas, praias de topless e favelas sem lei, deram a reputação - a qual muitos cidadãos acham que não merece - de ser um lugar onde vale tudo”.
Cabe a cada leitor julgar a atitude do site Gamespot quanto ao fato noticiado. Clique aqui para ver a notícia.
No jogo “Bully“, desenvolvido pela Rockstar Vancouver para Wii, Xbox 360 e PlayStation 2, você entra na pele de Jimmy Hopkins, um problemático valentão matriculado em Bullworth Academy, um rigoroso colégio com diferentes classes de alunos e professores, cujo quais são tão durões quanto o protagonista. O jogo utiliza a mesma mecânica de Grand Theft Auto: San Andreas, porém, a trama é mais centrada em um clima juvenil em que você deve encontrar seus verdadeiros amigos em meios a tantos outros valentões e colegas que não vão com a sua cara.





Não conhecia esse site, mas mesmo assim, ja fique com ÓDIO dele.
Bem, na verdade, a verdade é essa mesmo que a GameSpot escreveu, e doa em quem doer, fechar os olhos para essas verdades é se preocupar com jogo que “Joga quem quiser, faz o que tem no jogo quem é burro” e deixar de lado milhões de pessoas que moram em favelas sem lei onde quem controla quem entra e quem sai são os traficantes locais…e se um joguinho como esse irrita o MP, manda um juiz tentar entrar em uma grande favela com seu carrinho (isso se ele já não tiver um ganha pão por lá…)
Concordo o site, o Brasil, é de fazer qualquer um que ainda tenha um mínimo de bom senso, ter vergonha de ser brasileiro!
Ponhemos a mão na consciência e analizemos os fatos…
- Falamos mau dos estadunidenses, sem conhecer à todos. Fato!
- Eles descreveram alguma mentira? Podem ter generalizado, mas não mentiram. Fato!
- O meritíssimo que baixou este decreto de cencura descarada só quer aparecer na telinha global e ganhar uns votinhos nas eleições 2008. Fato!
- Nenhum meritíssimo que se preze jamais censuraria aquela novela de horário nobre onde a atriz jovenzinha mostra sua “beleza interior”. Fato!
- O meritíssimo não saca nada de games, já o Gamespot saca tudo. Fato!
- E eu perdendo tempo escrevendo um monte de coisas das quais já sabemos, um monte de “Fato!” e dando mais votos para o meritíssimo…
Dá licença! Vou continuar lendo sobre meus games prediletos no Gamespot…
Não entedi qual a revolta com GameSpot, o Brasil é assim mesmo. É certo que aqui não é uma terra sem lei, mas a lei existe apenas para constar, ninguém dá a mínima para ela. Assim como ninguém dá a mínima para essa decisão judicial que o máximo que vai conseguir é aumentar o interesse por mais esse game. Gosto muito de meu pais, mas a cultura não merece nenhum elogio de minha parte.
@Tarcisio Moura
Eu sou brasileiro e tenho muito orgulho disso, por isso que nosso país tem uma imagem tão feia para o mundo, todo brasileiro acha que deveriamos ser igual os EUA, veja o nacionalismo deles. Tente melhorar o Brasil, antes de xingar ele.
Se não gosta do Brasil, vai pra qualquer lugar, vai pra Cuba.
Qualquer país tem próblema, e o Brasil tem milhares, agora eu não vou ficar adorando esse site estadounidense só porquê ele falou a verdade, ainda mais ironizando os próblemas do país. PelamordeDeus!
Complementando a resposta do Mário; pra quem tem dúvidas de como melhorar o Brasil, uma das formas é na hora das eleições não sustentar “parasitas”.
Cara se isso é a maior besteira que eu já ví!
O incrível disso tudo é que o proprío site diz: “Joga quem quiser, faz o que tem no jogo quem é burro”… segundo Carlos Eduardo… E o povão sem cultura vai lá e joga, joga e joga mais prq é isso tudo mesmo! Ah meu amigo, dá licença…
Que gente é essa?! Aí quando o próprio site fala mal do país
a galera cai matando?!? ahahahaha…
Nem se dão conta de que a Gamespot já tinha feito isso
quando falou aquilo de quem joga… Seja daqui ou de outros
países… Pois é galera bora prestar mais atenção…
Hehe… Eta, é irritante os outros países verem o Brasil assim.
Mas, é a pura verdade…
Mário,
Eu não vejo o porquê ter nacionalismo por um conjunto de fronteiras onde dentro ajuntou-se e combinou-se uma miríade das menos importantes pessoas dos outros lugares do mundo com nativos de hábitos e conhecimentos científicos muito primitivos, isto tudo há apenas algumas centenas de anos (note que a última grande leva de pessoas menos importantes a vir para o Brasil, a grande leva dos imigrantes italianos/japoneses, ocorreu há até menos: há uma centena de anos apenas).
Nacionalismo por países artificialmente construídos e heterogêneos a ponto de se ver apenas uma repetição muitas vezes mal-feita de outras culturas aqui e ali e uma combinação “non-sense” acolá, como é o caso do nacionalismo brasileiro, não compensa e só stressa.
E antes de falar dos EUA, você deveria aprender a respeitar a história deste país. E também aprender a comparar. Os EUA (e seus habitantes) sempre foram melhores que o Brasil (e seus habitantes), em praticamente qualquer aspecto relevante, em qualquer momento histórico. Esportes, cultura, finanças, descobertas, conquistas… Bote a culpa no que quiser, mas a realidade dos fatos é inegável.
Não ofenda quem olha os EUA como um exemplo, se não tem motivos racionais.
E uma última observação: a sua frase “Se não gosta do Brasil, vai pra qualquer lugar, vai pra Cuba” é semelhante ao famoso jargão “Brasil: ame-o ou deixe-o”, este último muito usado durante a época as vezes conhecida como “Ditadura Militar brasileira”. E ambos cometem a mesma falácia: a falácia do Falso Dilema, a qual consiste em apresentar apenas duas opções, quando, na verdade, existem mais.
Tudo bem, “Hmm…” só quis dizer que devemos nos orgulhar de nosso país, e não só xingar ele. E sim lutar para melhorá-lo.
E quanto a última frase, apenas usei-a para concluir o que queria dizer que devemos lutar para melhorar nosso país, ou então não fazer nada.
“apenas usei-a para concluir o que queria dizer que devemos lutar para melhorar nosso país, ou então não fazer nada.”
Pois os brasileiros também podem não fazer nada sem precisar deixar o Brasil. Uma coisa é dizer devemos lutar para melhorar o país ou nada fazer”. Outra coisa é dizer “goste do país ou vá para outro lugar”. São discursos diferentes.
Outra coisa que merece atenção: um brasileiro também pode criticar o Brasil e ficar apenas nisso. Acaso podes provar que uma crítica bem construtiva não é algo que melhora o país? O teu conceito de xingamento esbarra logicamente com o de crítica. Crítica e xingamento são coisas diferentes. A crítica nem sempre tem intenção maliciosa e deve possuir bases racionais. O mero xingamento necessita da intenção maliciosa e possui bases necessariamente irracionais.
Uma última conclusão: precisas aprender mais lições sobre lógica e falácia com teu professor de filosofia. Sua argumentação agradece.
virei fã da gamespot, tem que falar a verdade mesmo, um país onde vemos violencia todo dia nos jornais, nas ruas… onde temos todo o nudismo e prostituição (inclusive infantil) do carnaval, agora vem querer proibir um jogo…
OFF TOPIC
tava pensando aqui, sera se agora o juiz vai mandar bloquear o site da gamespot? já bloquearam o youtube uma vez, não custa muito HAUAHIUAHIUAH
Independente do que o site disse, o que o juiz fez foi dar mais publicidade pro jogo… que bastava ser rotulado com venda para maiores de 18… agora qqr criança que possa ser influenciada por tal jogo sabe da sua existencia e vai baixá-lo pela net pra jogar… PQ? pq saiu no Jornal… Papai e mamãe viram e ele ficou sabendo…
fala sério… proibir esses jogos é a maior burrice… com tanta coisa mais importante pra trabalhar os politicos querem se colocar no lugar de pais?
Se eu tivesse um filho em idade escolar ele não jogaria isto, pelo menos não em casa, e não que eu soubesse… e se eu soubesse que ele estava jogando eu orientaria e não proibiria de ir na casa do colega ou lan house que ele andasse jogando…
Rpz… é ridículo… e acho que eles fizeram a ironia com razão… e falaram tão profundamente do Brasil como qualquer outro americano falaria… isso não me afetou em nada… não afetou o país em nada… ele soltou alguns fatos e usou seu pseudo moralismo norte americano pra fazer ironia…
Conheço o gamespot há um bom tempo e não estou bravo com eles, pelo contrário, dou toda à razão à eles. por mim, podia ficar o primeiro texto mesmo.
Um absurdo proibição de jogos. E só!
Há muito algumas pessoas influentes no Brasil se “esqueceram” (propositalmente?) de um conceito fundamental para uma democracia verdadeira: a liberdade de expressão irrestrita, a exemplo da que se vê nos EUA, defendida sob a famosa Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América.
@Hmm
Vc mora no Brasil?P falar tão bem dos Eua…dizer “Os EUA (e seus habitantes) sempre foram melhores que o Brasil (e seus habitantes), em praticamente qualquer aspecto relevante, em qualquer momento histórico. Esportes, cultura, finanças, descobertas, conquistas…”, bom, o Brasil é pentacampeão no futebol,são melhores no volei,varios outros paises são melhores q os Eua em varios aspectos, esportes, politica, etc, considerar os Eua um exemplo?Muito obrigado, creio q cada nação faz a sua própria historia, seja boa ou ruim, mesmo os Eua não são um país homogenio, foi uma colonia inglesa, ajudado por franceses na independencia, acabou com praticamente todos os nativos americanos, passou por vergonhosas épocas de racismo, fora as invasões absurdas atualmentes em outros paises, ah, sem contar q o atual governo não está nem aí quanto a poluição mundial.
Os Eua são um bom país?Com certeza.Melhor q o Brasil?Aí fica por conta de cada um.
O site Gamespot foi infeliz com sua crítica?Um pouco, mas nada q desmereça um excelente site relativo a games, que é a area do site.
>> “Vc mora no Brasil?”
Sim.
>> “P falar tão bem dos Eua…dizer “Os EUA (e seus habitantes) sempre foram melhores que o Brasil (e seus habitantes), em praticamente qualquer aspecto relevante, em qualquer momento histórico. Esportes, cultura, finanças, descobertas, conquistas…”, bom, o Brasil é pentacampeão no futebol,são melhores no volei,varios outros paises são melhores q os Eua em varios aspectos, esportes, politica, etc,”
Não envolva outros países no assunto em questão. Estava comparando Brasil e EUA. E quanto ao futebol e vôlei, estes são apenas 2 das centenas de modalidades de esportes existentes, nos quais, em absoluta parcela majoritária, os EUA superam sim o Brasil. Basta ver o número de medalhas de cada um nas Olímpiadas…
>> “considerar os Eua um exemplo?Muito obrigado, creio q cada nação faz a sua própria historia, seja boa ou ruim, mesmo os Eua não são um país homogenio, foi uma colonia inglesa, ajudado por franceses na independencia,”
O Brasil esteve até em condição de Reino Unido a Portugal e Algarves. E não parou nesta igualdade: chegou a ser moradia da Coroa Lusitana, a estar superior a Portugal por alguns anos. Seu processo de independência certamente foi o mais nobre possível para uma colônia de um país europeu, envolvendo o interesse de parte da Coroa Lusitana a ponto de provocar brigas no meio familiar desta. A Coroa Inglesa jamais esteve tão interessada nos EUA a ponto de pensar em brigar no seu seio por conta de questões acerca do mesmo.
Mesmo com toda esta relevância histórica, com este passado realmente nobre, sangue azul, o Brasil não vai para frente. Acabou injustamente com um regime correcto e de boas perspectivas (o monárquico) e implementou incorrectamente uma mal-fadada República no curso de sua história. Os rumos republicanos do Brasil não se espelharam no melhor expoente republicano (EUA) e por isso, este país não vai para frente.
Outro fator que demonstra a superioridade dos EUA em relação ao Brasil é na questão heterogeneidade: apesar de os EUA poder sim ser considerado um país heterogêneo, eles conseguiram desenvolver sua própria cultura unificada, baseada em valores tipicamente norte-americanos, mesmo que com influência do capitalismo primitivo europeu. Reconheceram onde estava a boa cultura e massificaram a mesma. O Brasil esbarra nesse conceito, destina largos investimentos a projetos sociais de meras cópias culturais e de junção non-sense de outras cópias, pois atualmente tem medo de assumir o que é bom e o que não é no vale-tudo cultural. E vale destacar com ênfase o papel nocivo da mídia brasileira neste processo, em especial da Rede Globo, que grande peso tem na consciência coletiva, talvez maior que qualquer outra coisa no Brasil.
>> “acabou com praticamente todos os nativos americanos, passou por vergonhosas épocas de racismo, fora as invasões absurdas atualmentes em outros paises, ah, sem contar q o atual governo não está nem aí quanto a poluição mundial.”
Desafio você a apontar, racionalmente, qual seria o grande prejuízo em diminuir o número dos nativos (note que diminuir não significa extinguir). Os benefícios de diminuir o número de integrantes de uma sociedade de costumes arraigados (não flexível em relação ao conhecimento científico), irracionais (comprovadamente matam gêmeos e comem carne de defunto) são óbvios: permite aos infelizes que nasceram neste tipo de ambiento saírem de uma ditadura milenar de costumes tradicionais inquestionáveis.
Não criticar estes nativos e não tentar mudar seus hábitos primitivos teria a mesma lógica que forçar a Igreja Católica a jamais aceitar pesquisas científicas que possam vir a por em dúvida alguma passagem alegórica da Bíblia, ou seja: nenhuma lógica.
Quanto ao racismo este é um processo que jamais foi exclusivo dos norte-americanos e qualquer acusação neste sentido demonstra apenas a ignorância e/ou preconceito do acusador. O racismo comprovadamente existe em qualquer grupo (raça) humano que passou por um longo período de homogeneidade. É natural vermos tal processo se manifestar mais latentemente quando há “choques” de membros destes grupos, tal como ocorreu (e ocorre) nos EUA, tal como ocorreu (e ocorre) em qualquer lugar do mundo onde a homogeneidade não representa 100% da população local.
No Brasil este processo (racismo) tem a mesma latência que a norte-americana. Talvez não seja tão facilmente observável hoje em dia graças apenas a um intenso e fervoroso processo de influência e confusão da população neste sentido. O romantismo indianista, o integralismo, o nacionalismo brasileiro, a Rede Globo e sua agenda, as restrições na liberdade de expressão: todos estes tiveram grande peso na consciência coletiva brasileira, e geraram (e geram) confusão no que concerne a assuntos relativos ao racismo.
Quanto as invasões efetuadas pelos EUA, podem até ter sido errôneas, mas jamais analisei a exaustão todos os argumentos acerca das mesmas (contra ou a favor) para elaborar uma conclusão logicamente plausível, e duvido que você também tenha feito…
Finalmente, ao transcrever “estar aí com a poluição mundial” você se refere a financiar/defender ambientalistas e suas teses fraudalentas, como a cientificamente falaciosa associação do CO2 ao aquecimento global que desencadeira ainda em pagar a países subdesenvolvidos interessados em obter lucro com a venda de créditos de carbono, tudo sustentato em mentiras cientíticas? Se for, sinto muito: os EUA estão mais uma vez correctos em suas atitudes: http://www.youtube.com/watch?v=GYL0_cpEaiI
Volto a dizer: há muito algumas pessoas influentes no Brasil se “esqueceram” (propositalmente?) de um conceito fundamental para uma democracia verdadeira: a liberdade de expressão irrestrita, a exemplo da que se vê nos EUA, defendida sob a famosa Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América.
Alexandre falou bem. Os estadunidenses têm períodos vergonhosos em sua história.
Sabem a diferença nesse aspecto? É que eles culturamente esforçam-se por destacar os aspectos positivos e guardar para si os negativos.
Eles são bons nissos. Tanto que praticamente só falaram bem deles aqui sendo que, em maior ou menor escala, eles têm os memos problemas citados aqui.
Uma das coisas (raras) que o Lula disse: “o brasileiro tem mania de falar mal do brasil” (por favor não vamos entrar em questão política. Ao citar o Lula não pretendo manifestar qualquer tipo de afinidade ou não ao seu governo). É verdade! tanto prova que quase ninguém aqui se deu ao trabalho de falar aspectos positivos. E são muitos.
O “fato” é que nós, brasileiros, temos que nos orgulhar de sermos brasileiros, gritarmos aos quatro cantos do mundo as nossas VIRTUDES e, sim, se voltar contra aqueles de fora que, de forma banal criticam o país sem nenhum conhecimento causa ou, pior, sem nenhum respeito.
Os defeitos e problemas devem ficar guardados conosco, Mas, vejam bem, guardá-los conosco não significa colocá-los embaixo do tapete, mas sim enfrentá-los e resolvê-los. Certamente a parte mais difícil de tudo.
Claro que no discurso é belo, mas termos orgulhos de ser brasileiro e não vestir a camisa apenas de 4 em 4 anos (copa do mundo).
Falta-nos um pouco de marketing. Construir uma imagem positiva.
Lembram-se do ministro que disse que mostrava o que é bom e escondia o que era ruim? Por mais aético que pareça isso dessa forma, e verdadeiro.
Se pararmos para refletir, é o que nós pessoas fazemos (quem não fala mais de suas virtudes que de seus defeitos?), é o que as empresas fazem (alguém já viu uma empresa expondo deliberadamente seus problemas internos?). Por que não fazê-lo pelo nosso país?
Como já dizia Charles de Gaulle séculos atrás “O Brasil não é um pais sério”. Aliás o defeito não é o país é o seu povo(se é que se assim pode chamar)e sabe quando isso vai mudar? NUNCA!!!
Que comentario mais “Rio de Janeiro=Brasil” esse da Gamespot, e ainda sem sentido(visão gringa distorcida). Agora mais mongol mesmo foi a proibição do jogo ao dizer que é nocivo.Mais uma vez o governo e suas mancadas tecnológicas, ja não bastasse o bloqueio do Wordpress.
>> “Sabem a diferença nesse aspecto? É que eles culturamente esforçam-se por destacar os aspectos positivos e guardar para si os negativos.”
Não é questão de esforço. É questão de mostrar a realidade.
>> “Eles são bons nissos. Tanto que praticamente só falaram bem deles aqui sendo que, em maior ou menor escala, eles têm os memos problemas citados aqui.”
Em extrema menor escala, o que torna estes problemas não dignos de atenção lá.
>> “Uma das coisas (raras) que o Lula disse: “o brasileiro tem mania de falar mal do brasil” (por favor não vamos entrar em questão política. Ao citar o Lula não pretendo manifestar qualquer tipo de afinidade ou não ao seu governo). É verdade! tanto prova que quase ninguém aqui se deu ao trabalho de falar aspectos positivos. E são muitos.”
Os aspectos negativos superam os positivos largamente, como disse anteriormente.
>> “O “fato” é que nós, brasileiros, temos que nos orgulhar de sermos brasileiros, gritarmos aos quatro cantos do mundo as nossas VIRTUDES e, sim, se voltar contra aqueles de fora que, de forma banal criticam o país sem nenhum conhecimento causa ou, pior, sem nenhum respeito.”
E por quê?
>> “Os defeitos e problemas devem ficar guardados conosco, Mas, vejam bem, guardá-los conosco não significa colocá-los embaixo do tapete, mas sim enfrentá-los e resolvê-los. Certamente a parte mais difícil de tudo.”
E por que não expô-los? Por que não analisá-los? Por que não rir dos mesmos? Use argumentos lógicos para justificar seu nacionalismo irracional.
Claro que no discurso é belo, mas termos orgulhos de ser brasileiro e não vestir a camisa apenas de 4 em 4 anos (copa do mundo).
>> “Falta-nos um pouco de marketing. Construir uma imagem positiva.”
Tenha dó. Quanta artificialidade…
>> “Lembram-se do ministro que disse que mostrava o que é bom e escondia o que era ruim? Por mais aético que pareça isso dessa forma, e verdadeiro.”
Verdadeiro? Isso é uma vergonha sem precedentes!
>> “Se pararmos para refletir, é o que nós pessoas fazemos (quem não fala mais de suas virtudes que de seus defeitos?), é o que as empresas fazem (alguém já viu uma empresa expondo deliberadamente seus problemas internos?). Por que não fazê-lo pelo nosso país?”
Porque não há aquele sentimento de que o país seja teu. Não há sequer uma definição precisa da cultura do brasileiro. Portanto, é natural que quase ninguém sinta nacionalismo (sentimento irracional por predefinição) por algo tão vazio como é o Brasil. Ademais, a imensa maioria da população brasileira só pode ser considerada “brasileira” devido a chamada nacionalidade jus solis (comum nas colônias e ex-colônias). A verdadeira nacionalidade, a nacionalidade jus sanguinis, que se extende por milhares de gerações e não pode ser adquiria após apenas uma meia dúzia, a exceção dos índios e seus descendentes, está na Europa, África, entre outros lugares a depender da ascendência da pessoa.
Ops,esqueci de inserir o “>>” antes de “Claro que no discurso é belo, mas termos orgulhos de ser brasileiro e não vestir a camisa apenas de 4 em 4 anos (copa do mundo).”. Esta parte do texto não é minha!
Parem de alimentar o Hmm…, é isso que ele quer. Esquecam dele. Temos que ignorar as porcarias que encontramos pelo Brasil, principalmente esse tipo de sujeito que não tem coragem nem de se identificar.
Hmm…, Não gosta do país? Que ótimo, volta para a bosta do país que nasceu (provavelmente Portugal) ou então vai lavar pratos nos EUA (sim, é para isso que eles gostam dos imigrantes, principalmente os ilegais).
Também não sei nem porque está todo mundo reclamando. Leram o post até o final? A proibição é só no estado do RS, e eu aposto que todos que comentaram aqui moram em outros estados, e pior, nunca ouviram falar desse jogo (eu mesmo, por exemplo).
Ou melhor, leram o começo do post? Não? Então vai: “Recentemente, o Ministério Público do Rio Grande do Sul anunciou a proibição do jogo “Bully” no estado.”.
Mas leiam com atenção, ok?
Meu Deus, eu só me pergunto para quê escrever um testamento pra justificar uma opnião quanto a uma frase.
O Gamespot apenas criticou todos os problemas sociais do Brasil em duas palavras - “vale tudo” -, então por quê ficam alimentando discussões nacionalistas entre Brasil e EUA? Pode ser que o autor da notícia tenha uma má concepção do Brasil, mas também não precisa levantar uma arena de combate Brasil x EUA, generalizando os pontos bons e ruins de cada um.
Já diz o ditado: “Não adianta fazer tempestade em copo d’água”.
Caramba hein o.o
Não é uma tempestade em copo de água, temos mais de uma geração pós ditadura militar que se fia em filosofias do tipo ‘tanto faz como tanto fez’ ou ‘antes no seu no que no meu’,'ele rouba mas faz”, se matão usando uma camisa de time de futebol e tem vergonha de usar as cores do Brasil,pessoas que não aprendem a gostar da rua que mora, do bairro que mora, da cidade que mora, do estado que mora, do pais que mora,da família que tem ,logo se tornam maus cidadãos que não zelam por nada,limpeza publica,pichação,destruição de bem publico etc. os políticos que temos e demais profissionais que todos reclamamos, médicos,mecânicos,professores,dentistas,advogados,engenheiros etc…são frutos desta sociedade do tanto faz ou antes no seu do que no meu,quando reclamamos da corrupção e etc, não percebemos que ela começa em casa,como disse o grande escritor MONTEIRO LOBATO um pais se faz com homens e livros e não apenas de riquezas naturais,mas de maneira nenhuma devemos permitir que o que temos, este pais,que pertence a todos nós seja ridicularizado la fora,não se trata de nacionalismo no sentido negativo mas de respeito a nossa cultura, assim como o americano, inglês, alemão, e etc.não permitem que ridicularizem a cultura deles eu não sou vagabundo meu filho não e nem minha filha e acredito que ninguém neste fórum, pelo contrario SOU BRASILEIRO E NÃO DESISTO NUNCA QUERO UM PAIS MELHOR, ELE AINDA NÃO É MAS SERA E NENHUM GRINGO VAI TIRA ONDA. o pais começa a mudar na casa de cada um, fazendo o melhor ,ensinando ao seu filho o que é correto,cobrando das instituições que sejam corretas e o fruto disto sera um pais melhor…………
E o blabla dos nacionalistas brazukas continua… cômico.
Isso é fato, nossos governantes e nosso judiciário, fazem “coisas” e “leis” sem ao menos pensarem em CAUSA e CONSEQUÊNCIA, simplesmente pelo fato de “aparecerem!”
Os cariocas e os paulistas, têm que perder essa mania de sempre que acontecem fatos ruins nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo e que o povo desses dois Estados são desrespeitosos e indisciplinados sem nenhum apêgo ao seu chão, de ficarem caindo de pau no Brasil como se o País se resumisse a esses dois Estados.
O Juiz é gaúcho e está preocupando com seu Estado, o que cá prá nós, não pode ser comparado com as demais unidades federativas.
Saudações!
“O SUL É MEU PAÍS”
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL103259-5603,00.html
Gente vocês se lembram da trapalhada que o governo americano fez tentando proibir a dell de vender um micro ao físico brasileiro da UFF em 12/09/2007. a materia esta no link acima.
“Com suas enormes festas, praias de topless e favelas sem lei o Brasil tem a reputação de um lugar onde vale tudo. Bem, quase tudo” Não sei qual o motivo de revolta por parte dos brasileiros. Não vejo mentira alguma escrita nessas linhas.
É aquela história. Brasileiro é um povo miserável mesmo, e não gosta de ouvir a verdade. Hipócritas ao extremo. Claro que não são todos, mas a grande maioria é assim.
Só gostaria de parabenizar o Humm.. pelos bostejos escritos por ele, nossa mãe… o cara teve coragem de concordar com massacres de nativos apenas por serem primitivos.
Os EUA poderiam massacrar o Brasil, incluindo toda a família deste imbecil, já que somos tão primitivos perante eles.
Vai se fuder idiota.
QUE HORROR MEU DEUS
É MAIS FIXE DO QUE OS SIMS