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Uma análise do Linux Mint: Por que ele está crescendo tanto?

Publicado em 30/09/2008, 15h03 por Paulo Seikishi Higa
Modificado pela última vez em 30/09/2008, 17h27.

Uma distribuição que cresceu bastante nos últimos meses no ranking do DistroWatch é o Linux Mint, atualmente em terceiro lugar, abaixo apenas dos gigantes Ubuntu e openSUSE. Apesar de ocupar o top 3, a julgar pelo movimento do fórum em português da distribuição, dá para perceber claramente que o Mint não é tão difundido aqui no Brasil quanto seu irmão Ubuntu. Peraí, irmão Ubuntu? Sim, o Linux Mint é uma distribuição baseada no Ubuntu!

O Linux Mint foi testado pelo Guia do PC com base na versão 5.0 (codinome ‘Elyssa’), com GNOME 2.22, baseado no Ubuntu 8.04 Hardy Heron, num computador low-end (mais precisamente um Pentium 4 2.8 GHz com 512 MB de RAM e GeForce MX4000).

A distribuição irlandesa traz várias mudanças em relação ao Ubuntu, partindo mais para o conceito de “instalar e sair usando”, com plugins de navegadores, vários codecs, suporte a leitura de DVDs, Java e muitos outros, além de um desktop altamente personalizado para a distribuição e várias ferramentas gráficas exclusivas da distribuição, como o mintAssistant, um assistente bem básico que permite que usuários leigos (ou que gostam do jeitão “apontar e clicar”) configurem o sistema, habilitando senha de root (exato, ele não vem com senha de root por padrão) e as mensagens que aparecem quando o terminal é aberto, como esta aqui:

Mensagens humorísticas no terminal

Mensagens humorísticas no terminal

Outra ferramenta básica bem legal é o mintBackup que, com um simples clique, gera um backup do seu diretório pessoal, com direito a inclusão de arquivos ocultos, como o seu perfil do Mozilla Firefox, onde estão armazenadas suas senhas e cookies.

mintBackup: Backup de arquivos pessoais com um clique!

mintBackup: Backup de arquivos pessoais com um clique!

Mas do que adianta um backup se você não pode restaurar? Felizmente, para restaurar, basta dar um duplo-clique no arquivo *.backup criado e… bingo! O mintBackup se abre novamente, com um botão de restaurar. Grande sacada dos desenvolvedores da distribuição. Coisas simples às vezes impressionam.

mintBackup: Restaurando o backup criado

mintBackup: Restaurando o backup criado

Usuários que já instalaram o Ubuntu com sucesso certamente não terão problemas para instalar o Mint, que traz um assistente de instalação semelhante ou até igual ao da distribuição da Canonical. O assistente não faz muitas perguntas e tem a conhecida função de importar arquivos da sua instalação do Windows.

Configuração de partições

Configuração de partições

Quem é você?

Quem é você?

Migração de documentos e configurações do Windows

Migração de documentos e configurações do Windows

Apesar de o instalador me alertar duas vezes sobre um possível travamento que pode ocorrer na instalação do gerenciador de boot GRUB em partições XFS, não dei bola. Afinal, já instalei várias distribuições com GRUB em XFS. Adivinha o que aconteceu? Sim, travou! Por isso, se for instalar o Mint em uma partição XFS, utilize o bom e velho LILO ou dê preferência para partições JFS, ReiserFS ou Ext3. Você está avisado!

Após a instalação, dá para notar que a distribuição é bem rápida, consumindo poucos recursos do sistema e respondendo rapidamente na abertura de programas (e é possível perceber isso até no LiveCD). O ambiente gráfico GNOME também não demora duzentos anos para ser iniciado, como ocorre em algumas distribuições por aí… O consumo de memória RAM num uso típico, com Mozilla Firefox 3.0 com quatro abas abertas, mensageiro instantâneo Pidgin e player de vídeo Totem, geralmente fica entre 250 e 350 MB. Uma marca razoável.

A arte gráfica do Mint é bem feita, trazendo modificações em papéis de paredes, ícones, bootsplashes, telas de carregamento (loading) de softwares e tema do Firefox: o Tango com um aspecto esverdeado, característica da distribuição.

Além disso, a distribuição foi um pouco além e também modificou o menu, criando assim, o mintMenu. O mintMenu é uma espécie de menu tudo-em-um, semelhante ao conhecido Kickoff, encontrado no novo KDE 4.

Mozilla Firefox personalizado, com as cores da distribuição

Mozilla Firefox personalizado, com as cores da distribuição

Linux Mint depois de instalado. Fontes do GNOME propositalmente diminuídas e wallpaper alterado.

Linux Mint depois de instalado. Fontes do GNOME propositalmente diminuídas e wallpaper alterado.

Outros dois aplicativos que merecem destaque são mintInstall e mintUpdate. O mintInstall facilita ainda mais a vida dos usuários, e se propõe a instalar programas com um clique no mouse, procurando pela internet pacotes .mint, do Portal de Software da distribuição, pacotes .deb por meio do excelente site GetDeb.net e os pacotes tradicionais (que também são .deb), encontrados nos repositórios do Mint e do Ubuntu. No Portal de Software, é possível encontrar softwares como Skype, Google Earth, Opera, DVD Rip, Picasa… E você pode instalá-los facilmente. Nada de next, next, aceita contrato sem ler, next, espera, finish, abre o programa.

mintInstall: Procure por pacotes no site do Mint, no GetDeb ou nos repositórios.

mintInstall: Procure por pacotes no site do Mint, no GetDeb ou nos repositórios.

O mintUpdate nada mais é do que um gerenciador de atualizações de pacotes, encontrado no Ubuntu, por exemplo, levemente modificado. Entre outras coisas, traz o nível de prioridade da atualização, que varia de 1 a 5. Se uma falha crítica for encontrada, ela é classificada com um nível maior de prioridade (óbvio).

mintUpdate: Atualizando o navegador, o editor de imagens, o player de música, o kernel do sistema... com facilidade.

mintUpdate: Atualizando o navegador, o editor de imagens, o player de música, o kernel do sistema... com facilidade.

Habilitando o driver proprietário 3D da NVIDIA

Habilitando o driver proprietário 3D da NVIDIA

A seleção de softwares também é um pouco diferente: ele traz o Thunderbird, contrariando as distribuições GNOME comuns, que geralmente trazem o Evolution como leitor de e-mails. O MPlayer se encarrega de abrir arquivos de filmes e DVDs, sem contar a integração com o Firefox, permitindo que o usuário utilize normalmente sites que utilizam tecnologia Windows Media, por exemplo.

Conclusão

O Linux Mint é o Ubuntu com várias melhorias. Não que as ferramentas exclusivas sejam uma coisa “nossa, por que ninguém inventou isso antes?!“, mas ajudam (e muito) a vida do usuário. Basicamente, o Mint é uma boa distribuição para quem quer menos trabalho depois da instalação, pois traz codecs de áudio e vídeo comuns (como MP3, que outras distribuições não trazem por questões de patentes), e é possível encontrar vários softwares bons no site da distribuição. A questão “Visual” é pessoal, mas não dá para negar que, na configuração padrão, é melhor que muitas outras distros, principalmente se compararmos ao tema marrom-alaranjando do Ubuntu. Para melhorar, vem com os efeitos gráficos do Compiz Fusion: basta ter uma placa de vídeo e um driver 3D instalado para que ela funcione.

Se você quer uma distribuição rápida, estável e prática, vale a pena testar o Linux Mint!

Sobre o autor

Paulo Seikishi Higa (290 textos publicados)

Paulo Seikishi Higa. Em meados de 1998, tive meu primeiro contato com a informática, ainda na pré-escola. Sempre fui bastante curioso: sou autodidata e aprendi boa parte do que sei fuçando, detonando e infectando instalações do Microsoft Windows. Atualmente, não utilizo mais antivírus, tenho conhecimentos em XHTML, CSS, programas gráficos (principalmente o Adobe Fireworks), administração de servidores web, e sei me virar bem com os sistemas operacionais Windows e Linux, especialmente as minhas duas distribuições favoritas: o Mandriva e o openSUSE. Estou sempre por dentro das últimas novidades da informática e da tecnologia.

Comentários

28 comentários para “Uma análise do Linux Mint: Por que ele está crescendo tanto?”
  1. O desenvolvedores usaram como base o Ubuntu, q já é cheio de facilidades e acrescentaram outras. Muito bom isso, economiza tempo de achar alternativas qdo já se vem instalado.
    Ah! só descordo de uma coisa, visual marronzão do Ubuntu é demais! hehehe :-D

  2. e perceberam q o Mint sempre tem codinome de mulher? :-)

  3. Paulo, fui com a cara dele! :D

    Vou ser obrigado a testar. Ótimo review.

    []’s

  4. Adao

    Sempre soube que o Grub tem dificuldades em dar boot em XFS. Não é só coisa das distros Debian-based. O EXT3 é ruim (lento). O ReiserFS está morto. JFS idem. O XFS é possivelmente o melhor sistema de arquivos que temos hoje no Linux, até o EXT4 chegar pelo menos. Ao usar XFS é mais recomendável deixar uma partição /boot separada (em EXT3) para evitar problema.

    • Você acha o ext3 ruim? sério mesmo? pq ele é robusto e estável. Por isso ele vem por padrão na grande maioria das distros. Alias, ele é mais rápido q o raiserfs* na manipulação de arquivos pequenos.

      (*) Raiser vai ter tempo de escrever códigos da prisão agora hahaha

      • Adao

        EXT3 é estável e robusto sim. Mas não é rápido com arquivos grandes (100KB para cima). Um teste rápido: experimente apagar um arquivo de 2GB para ver a desgraça. O EXT3 tem várias deficiências estruturais, como alocação por blocos, falta de checksum nos metadados, estruturas fixas. O EXT4, ainda em desenvolvimento, irá corrigir esses problemas. Enquanto ele não chega, o melhor sistema para mim é o XFS, por usar alocação por ‘extensões’ (não em nada a ver com as “extensões” usadas pelos nomes de arquivos no Windows…..) ao invés de blocos, o que melhora demais o desempenho com arquivos grandes, pré-alocação persistente, checksum de metadados, árvores balanceadas, uma boa suíte de ferramentas (xfs_progs).

        Acho uma boa usar EXT3 para o / e XFS para o /home, pois a média de tamanho dos arquivos pessoais de um desktop típico (músicas, filmes, fotos, documentos) certamente é maior que 100KB.

  5. fernando

    ola tenho o mint ja a algum tempo em dual boot com o winxp, porem o xp corrompeu e ao reinstala-lo ele reescreveu o mbr, como faco para restaurar o grub

  6. Pablo

    Já usei o Mint, é muito bom mesmo, acho que vou voltar à usá-lo ! :)

  7. Não tinha até hoje visto review algum acerca de tal distro, porém já frequentei o fórum deles algumas vezes, e ainda hoje, às vezes dou uma passadinha porque encontrei lá uns pacotes de um tem que muito me agrada – o Nimbus (do Opensolaris).

    Esse negócio todo em torno dos codecs proprietários é realmente um pé no saco para muita gente.
    Minha distro, Debian Lenny, no DVD já sai por padrão tocando mp3 e com alguns codecs de videos, ao menos no Gnome que uso aqui.

    Fica aí uma dica, um review do Lenny no atual estágio em que se encontra seria de grande valia para aqueles que tem vontade de conhecer o Debian, que por ser a minha distro de coração, lógicamente, sempre puxo um pouco o saco! :D

  8. Rodrigo

    Gostei!, eu vou testá-lo! pelomenos eu perco menos tempo com instalação de vários codecs ;)

  9. fernando

    agradeço ao guilherme restaurei meu mint, mas não sei o que eu fiz de errado que agora o xp não boota.
    mas vou ter que reinstalar denovo o xp, pois instalei numa partição que está com um barulho esquisito.
    obrigado

    • Pega o start-up manager (pelo synaptic) q tem como arrumar algumas configurações de boot, dá pra fazer um disquete de segurança tbm.
      Se não der por lá tenta ver o menu.lst
      No terminal:
      sudo gedit /boot/grub/menu.lst

      minhas últimas linhas estão assim (no final tem uma linha em branco sem caractere):
      ### END DEBIAN AUTOMAGIC KERNELS LIST

      # This is a divider, added to separate the menu items below from the Debian
      # ones.
      title —-Outros Sistemas Operacionais:——–
      root

      # This entry automatically added by the Debian installer for a non-linux OS
      # on /dev/sda1
      title Microsoft Windows XP Professional
      root (hd0,0)
      savedefault
      makeactive
      chainloader +1

  10. fernando

    ..

  11. fernando

    ola amigo está assim: (ver abaixo). porém eu, usando o gparted verifiquei que consta boot em outra partição.hd0,1
    sendo hd 0,0 onde esta o xp. tava no grub hd 0,1 eu editei pro correto mas não adiantou.

    title Linux Mint, kernel 2.6.24-16-generic
    root (hd1,0)
    kernel /boot/vmlinuz-2.6.24-16-generic root=/dev/sdb1 ro quiet splash
    initrd /boot/initrd.img-2.6.24-16-generic

    title Linux Mint, kernel 2.6.24-16-generic (recovery mode)
    root (hd1,0)
    kernel /boot/vmlinuz-2.6.24-16-generic root=/dev/sdb1 ro single
    initrd /boot/initrd.img-2.6.24-16-generic

    title Linux Mint, kernel memtest86+
    root (hd1,0)
    kernel /boot/memtest86+.bin

    ### END DEBIAN AUTOMAGIC KERNELS LIST

    # This is a divider, added to separate the menu items below from the Debian
    # ones.
    title Other operating systems:
    root

    # This entry automatically added by the Debian installer for a non-linux OS
    # on /dev/sda2
    title Windows NT/2000/XP
    root (hd0,0)
    savedefault
    makeactive
    chainloader +1

  12. Victor

    Ótima distro, depois dela, junto ou antes, na verdade eu não consigo comparar pois são 2 ótimas distros, logo estão empatadas na minha prioridade, é Mandriva. Recomendo a todos que querem facilidade e comodidade sem perder a origem Linux, que usem Mint ou Mandriva, Big Linux tb é muito fácil, porém prefiro ainda Mandriva e Mint, tenho uma dúvida tremenda quando tenho que escolher qual instalar, vontade de ficar com 2 computadores um do lado do outro usando as 2. Já passei por Ubuntu, Fedora, Suse e não me pegaram, só instalei e formatei, só mesmo ubuntu que fiquei um tempo.

  13. Rodolfo

    Parece bem interessante mesmo mas eu já não tenho mais esperanças que o compiz-fusion rode em uma intel i915 que vem com o meu latitude 120L da dell…o mais engraçado é que a mesma placa de vídeo vem com o eeepc e funciona…bah

  14. Helito Bijora Time Guia do PC Time Guia do PC

    Testei via liveCD e um dos recursos que mais gostei foi a possibilidade de fazer upload de um arquivo pelo menu de contexto. Basta clicar e esperar. No final você terá o link do arquivo no ótimo servidor do Mint. Para quem precisa fazer uploads com freqüência, é uma mão na roda!

  15. Helito Bijora Time Guia do PC Time Guia do PC

    Ah, esqueci de dizer que o Ubuntu perdeu o lugar de distro preferida aqui. :P

  16. Luciano Ziegler

    Ola,

    Muito interessante seu review… mas tem algumas coisas que estao divergentes:

    1. Eu tb pensava que o Linux mint seria baseado no ubuntu…. para mim eh baseado no ubuntu sim… mas esse dias estava lendo o forum deles e os desenvolvedores tavam na maior porrada lah falando que apesar de usar os mesmos repositorios o mint eh completamente independente do ubuntu… isso eh opniao deles nao minha tah?!?!

    2. aquele nivel de “prioridade” que o mintUpdate possui na verdade nao eh prioridade. Eh nivel de confianca dos pacotes a serem atualizados,,, nivel 5 representam pacotes de alto risco que podem afetar diretamente o desempenho da maquina e assim por diante…. ou seja, nivel de risco e nao prioridade….

  17. Isso eh uma bost@ comparado ao ubuntu ultimate1.9 (hardy 8.04 amd64)e ao ubuntu 1.4 gamers que ta tudo completo e não passa de uma “CÒPIA” da distro ubuntu muito mal fuçada e podre ne cade o suporte que no contrário o ubuntu dá???????????????O negócio é console , se não o cara não aprede não é Paulo Seikishi Higa iniciante???Vai jogar bulita com esse Mint. hehehe

  18. Rodolfo

    Enquanto isso, alguém poderia testar a distro Open Solaris da Sun? Me parece ser bem interessante fazer um comparativo com o Ubuntu 8.1, Fedora 9 ou até mesmo com o Open Suse…

    Foi SÓ UMA DICA. ok..

    • OpenSolaris não é Linux, é Solaris, então pra comparar tem que ser com o Linux de maneira geral pra não ficar uma comparação estranha.

  19. asimov

    jah usei o mint por 3 meses,ele eh muito bom pra quem quer soh usar o pc para coisas basicas,mas acabei
    voltando para o meu lindo,ótimo entre outras caracteristicas boas,openSUSE(falo o mesmo para o ubuntu).

  20. luis

    Mas para o usuário só muda pouca coisa, até o synaptic do Debian/ubuntu o mint tem. Ora, qualquer um sabe que não há tanta diferença assim entre as distribuições, é só questão de apresentação gráfica. O legal do mint é que tem um monte de apelo visual, mas no fundo é um ubuntu mesmo. Eu gostei, principalmente por não ter q instalar manualmente a máquina virtual java.

  21. Celso

    Estou usando ele em Trial boot…Vista/Ubuntu/Mint. O menu tradicional do
    Ubuntu é muito mais usável que no Mint.
    Essas facilidades de já vir com codecs eu não acho lá grande coisa não.

    Bom mas vou deixar ele aqui para ír fuçando.

    O Ubuntu arrastou milhares para o Linux e vai continuar nesse papel nos
    próximos anos. E é porisso que é a distro do coração.

  22. Como o Celso disse, Ubuntu é a distro do s2.
    Ubuntu é o futuro do Linux, foi por ele que muitas pessoas resolveram usar Linux. Tal como outras distro, temos muito a agradecer ao Ubuntu, e não podemos deixá-lo de lado só porque saiu uma outra por ai mais bonitinha (sem desmerecer o trabalho ^^). Antes do Ubuntu seria o OpenSuSE, que agora anda anda por ai fazendo negócios com a Microsoft depois de sua aquisição pela Novell. Eu agradeço que tenha o Ubunutu, pra acabar com esse hegemonia de distribuições. A DistroWatch tem mais de 600 distros cadastradas no sistema. OMG, pra que tantas? O Ubuntu foi o para o Mundo o que o Kurumin um dia foi para o Brasil, e não vamos deixar ele ter o mesmo fim. O Ubuntu acreditou no Linux, e eu acredito no Ubuntu.

    Ps. pra que reclama do visual do ubuntu, a versão 9.10 vai ter um novo design, que segundo a Canonical, promete revolucionar. Mas até lá, a versão 9.04, recém lançada, já conta com novos temas. Vai me dizer que é difícil mudar o tema do Ubuntu pra azul ou seja la qual for?

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