Análise do Mandriva 2009: Completo, prático e estável
Publicado em 5/12/2008, 00h10 por Paulo Seikishi Higa
Modificado pela última vez em 5/12/2008, 00h15.
Saiu, no mês de outubro, a versão 2009 da famosa distribuição Linux Mandriva, que tem por objetivo tornar o Linux simples e fácil para todos, assim como o Ubuntu. Aliás, não é a toa que o Mandrake - distribuição que existia antes da fusão entre a francesa Mandrake e a brasileira Conectiva - foi um dos primeiros a oferecer um instalador gráfico fácil de usar, facilitando bastante a vida dos usuários que queriam utilizar ou apenas testar a distribuição. Toda essa facilidade deu ao Mandrake uma popularidade equivalente ao que o Ubuntu tem hoje. Isso aconteceu na época entre 2001 e 2004, quando ainda existiam poucas distribuições no mercado e o Ubuntu ainda não pensava em nascer. Naquele tempo, distribuições como Mandrake, Knoppix e Red Hat (ou Fedora) estavam no topo.
Hoje, o Mandriva é uma distribuição que não fugiu do seu foco inicial e continua conquistando usuários. Esta análise foi feita com base no Mandriva One 2009, com ambiente gráfico KDE 4 (o padrão da distribuição) e numa configuração low-end (um típico Pentium 4 com 512 MB de RAM e HD IDE).
O instalador
Como disse, o Mandriva não fugiu do seu foco inicial. Apesar de a versão testada ser um LiveCD, preferi começar pelo instalador, que é simples e fácil de usar, mas oferecendo mais possibilidades de configuração do que outras distribuições do mesmo porte. Na instalação, que dura cerca de 20 ou 30 minutos, o assistente faz perguntas relacionadas ao gerenciador de boot, exibe um particionador completo (e um assistente “clique e faça” para não confundir os mais iniciantes), além do novo “removedor de pacotes inúteis”, que evita que a distribuição seja instalada com softwares ou drivers que não serão utilizados. No meu caso, por exemplo, não vale a pena instalar um driver de vídeo da ATI sendo que minha placa é da NVIDIA, muito menos drivers legacy (apropriados para placas de vídeo como GeForce 2 ou mais antigas) ou os drivers novos (da série 173), que funcionam nas placas mais atuais.
O assistente inicial
No boot pelo disco rígido, a distribuição mostra ser fácil e rápida, exibindo um assistente rápido de configurações pessoais, como layout de teclado, fuso horário e ativação de efeitos 3D, caso sua placa de vídeo seja habilitada. Além disso, o assistente abrirá a página First Time - infelizmente disponível apenas em inglês, o que pode atrapalhar os usuários que não conhecem o básico do idioma - que mostrará um questionário com perguntas básicas (Você já usou o Mandriva antes? Quais sistemas você já utilizou, desconsiderando os “testes”? Qual o seu nível de experiência?), um formulário de registro (ou login, caso você já seja um cadastrado) e instruções para enviar dados sobre o seu hardware, aprimorando o reconhecimento de periféricos e dispositivos da distribuição.
A distribuição
O Mandriva 2009 “limpo”, sem nenhuma atualização, vem com o navegador Mozilla Firefox 3.0.3, ambiente gráfico KDE 4.1.2 e uma surpresa: a versão brasileira da suíte de escritório OpenOffice.org, o BrOffice.org 3.0.0, já traduzido e com o corretor ortográfico em português (obviamente, o BrOffice.org só será instalado se você selecionar o Português nas opções de idioma, antes da instalação da distribuição). Mantendo a seleção padrão de softwares, o Mandriva com KDE 4 utiliza o Amarok 2.0 como player de áudio, Firefox como navegador (e não o Konqueror, como acontece com uma distribuição), GIMP como editor de imagens, Gwenview como visualizador de imagens, Kopete como instant messenger e outros softwares do projeto KDE.

BrOffice.org, instalado por padrão quando o idioma selecionado é Português do Brasil
É importante lembrar que a versão One da distribuição, em LiveCD, traz várias facilidades para o usuário doméstico. Vem com os drivers proprietários da ATI e da NVIDIA por padrão, além dos codecs comuns, como o de MP3, formato de música tocado pelo Amarok, sem reclamar. Isso é bom porque, diferente de outras distribuições, o Mandriva não assusta o usuário, dizendo que instalar codecs da comunidade é ilegal (e realmente é, infelizmente), podendo trazer problemas e instabilidades, e blá blá blá.
Visual e pequenos probleminhas
Acredito que a primeira coisa que notamos quando entramos em um sistema novo, é o visual. Apesar de aparência ser uma opinião muito pessoal, o Mandriva se dá muito bem nesse aspecto. A boa arte gráfica da distribuição, somada a beleza do KDE 4, deixa a distribuição com um bom look and feel.
Os pequenos probleminhas visuais, existem. Notou a barra de título azul com texto em cor preta? Digamos que, bom, um branco seria melhor ali, não? Também é hora de acabar com essa síndrome de cegueira que atinge as distribuições Linux. O relógio enorme, as fontes enormes… Me desculpem os que não concordam com esta parte, mas as fontes do Windows são menores e mais agradáveis de se ler. Claro, nada que poucos cliques não resolvam, mas…
Outra coisa que nunca entendi é o fato de o Mandriva vir com o menu K em estilo KDE 3, e não com o Kickoff, que sempre pôde ser usado clicando-se com o botão direito no menu K e indo em Mudar para o estilo de menu Kickoff. O Kickoff tem um melhor apelo visual e, pelo menos para mim, é mais prático. Ao contrário do menu normal, ele não tem a gravíssima falha de não mostrar um atalho para o diretório /home. Para um usuário com mais experiência, é óbvio, basta abrir o gerenciador de arquivos Dolphin e pronto, você terá seu diretório home na sua cara. Mas, e para um usuário iniciante, que não sabe os aplicativos principais do KDE 4 e nunca ouviu falar em Dolphin?
Outro “bug” que pode ser encontrado é o fato de a tecla PrintScreen não chamar o KSnapshot, utilitário de printscreen do KDE. Não é uma falha propriamente dita, mas, como praticamente todas as distribuições chamam o utilitário de cópia da tela com esta tecla de atalho, e o Windows faz uma cópia para a área de transferência, achei melhor citar o problema.
O Centro de Controle Mandriva
O Mandriva possui um painel de controle próprio. Ele, digamos, “concorre” com o poderoso YaST, oriundo do openSUSE, distribuição que já analisamos aqui no Guia do PC.
No Centro de Controle Mandriva, é possível fazer desde tarefas básicas, como instalar programas, configurar uma conexão ADSL, importar fontes do Microsoft Windows, até tarefas consideradas mais avançadas, como a configuração do servidor gráfico, configurar compartilhamentos do Samba ou ajustar o firewall padrão do Mandriva, o Shorewall. Esse é o grande diferencial do Mandriva.
Apesar de alguns pequenos probleminhas citados anteriormente, o fato de a distribuição possuir um painel centralizado facilita bastante a tarefa de quem quer entrar no mundo do Linux ou simplesmente quer praticidade. Quer atualizar o sistema? Abra o Centro de Controle e clique em Atualizar seu sistema (não que não seja possível fazer isso clicando no ícone na bandeja do KDE). Quer ativar os efeitos 3D do Compiz Fusion ou Metisse? Clique em Configurar efeitos do Desktop 3D. Quer configurar backups? Clique em Backups Periódicos. É paranóico em segurança e quer deixar o sistema excessivamente seguro? Clique em Configurar o nível de segurança e auditoria. É tudo na base do clicar e fazer, estilo Windows.
Conclusão
O Mandriva é uma distribuição muito bem feita. Muita coisa, como o Centro de Controle super completo, os drivers e codecs proprietários pré-instalados, a instalação prática e a boa seleção de softwares facilitam muito vida do usuário. Eu arriscaria recomendar o Mandriva a um iniciante ao invés do Ubuntu, distribuição muito conhecida pela sua praticidade.
Como qualquer distribuição Linux, o Mandriva possui seus problemas, como os detalhezinhos citados anteriormente. Sem contar que o Mandriva não é uma distribuição exatamente leve. É possível perceber isso principalmente pelo alto uso de memória virtual, que com Kopete, Amarok e Firefox abertos, atingiu 250 MB, um índice relativamente alto. O Linux utiliza toda a memória física antes de partir para a virtual, e geralmente é raro o uso de memória virtual em situações normais, ao contrário do Windows, que utiliza mais memória virtual do que física. Logo, esse uso de memória virtual é anormal. O uso de CPU também denuncia o “peso” da distribuição, ficando entre 20% e 40%. Apesar disso, o Mandriva não travou nenhuma vez.
Infelizmente, apesar de utilizar o RPM ao invés do DEB, o Mandriva não possui o Delta RPM, como o openSUSE, que baixa somente os arquivos alterados para atualizar o software. Isso evita o download aqueles pacotes de 150 MB do OpenOffice.org, que só atualizam um ou dois arquivos e acabam acarretando em gasto desnecessário com conexão, tempo e paciência.
Opinião final? Uma distribuição completa, prática e estável, apesar de pesada. Concorre diretamente com o openSUSE, que tem essas mesmas características. Se você tem um computador semelhante ao citado no começo da análise, não terá problemas para rodar o Mandriva. Mas, se possuir 512 MB de RAM ou menos, é melhor se preparar para um pequeno upgrade de memória.
Galeria de imagens
- Aparência padrão do Mandriva 2009 com KDE 4
- Mandriva First Time
- BrOffice.org, instalado por padrão quando o idioma selecionado é Português do Brasil
- Menu K padrão, com o bug da pasta home
- Menu Kickoff, mais prático e com melhor apelo visual
- Centro de Controle Mandriva
- Amarok 2, player de áudio padrão do Mandriva
- Monitor do sistema
- Monitor do sistema, com a aba dos processos
- Centro de Controle do KDE
- Boas-vindas
- Particionador
- Particionador, em modo normal
- Particionador, em modo expert
- Formatar ou não?
- Remover pacotes que não serão utilizados?
- Lista de pacotes inúteis
- Cópia de arquivos
- Gerenciador de boot
- Configuração de entradas exibidas no GRUB
- Instalação concluída!


































Eu tava usando o Mandriva, mas com Gnome. Não vou com a cara do KDE, principalmente com o KDE4. Gosto também do PCLinuxOS (que é baseado no Mandriva), mas o projeto deles anda bem devagar…
Não estou tão feliz, satisfeito e saltitando com o KDE 4, mas eu prefiro ele ao invés do GNOME. Nunca gostei tanto da simplicidade excessiva do GNOME e de alguns softwares em GTK.
Paulo, ótimo review, mas essas questões desses “probleminhas” que vc citou, acho que são bem pessoais e variam bastante. Eu por exemplo adoro o tamanho em que o relogio é visualizadoo no Kde mas odeio o tamanho que é visualizado no windows. Enfim é questão pessoal mesmo. Agora sobre ser rpm e não deb, até hoje não entendo essas “cisma”, nunca vi grande diferença entre os dois nas distros que já useri, atualmente uso o Fedora 9. O que pode variar mesmo é o instalador. Mas para o usuário final esses detalhes não fazem muita diferença.
Sim, sim, estou ciente disso. Sobre o RPM x DEB, veja, eu não discuti sobre isso na análise. Apenas disse sobre o fato de, apesar de o Mandriva utilizar RPM, não possui o Delta RPM, como o openSUSE, que baixa apenas os arquivos alterados, ao invés de baixar o pacote inteiro.
Abraços!
O delta rpm é realmente muito bom, mas sempre achei as atualizações do mandriva muito leves, e olha que deixo em atualizações automáticas, sempre baixava pouco coisa da internet, e meu sistema sempre estava atualizado, eu acho que o pessoal do mandriva já deve ter algo parecido como o delta rpm, e aliás o instalador dele é uma maravilha, rápido e prático de usar, esse para mim é um dos males do fedora, as atualizações são na maioria das vezes pesadas e o yum é uma carroça.
Eu gostava do tema padrão do Mandriva no 2008.1, mas depois que portaram ele pro KDE 4, parece que ficou muito mal acabado. O Oxygen como padrão seria uma escolha muito melhor, na minha opinião. Gostei bastante do Mandriva 2009, mas acho que eles ainda tem muito o que melhorar no Spring.
Tive a mesma impressão. O Ia Ora era muito mais bem feito no KDE 3. Parece que fizeram às pressas e saiu essa barra de títulos azul com texto em preto.
Engraçado o pessoal dizendo que usa Linux e escrevendo tal comentário do Windows.. lamentável….
Eu uso tanto Windows como Linux, e não vejo nenhum problema nisso. Não que eu seja contra os que usam sistemas operacionais como se fossem algum tipo de religião, mas…
Esse é o grande problema da comunidade Linux. Achar que se tem que usar só Linux,e que todo o resto é horrível e pecaminoso. Acho eu, que existem mais pessoas responsáveis pela fiscalização, voluntária e sem ninguém como mandante, do S.O. utilizado, do que pessoas empregadas no desenvolvimento. Não é uma boa estudar C/C++ e ajudar a melhorar o sistema trazendo novos usuários, do que expulsar os que já usam, porém usam Windows também?
E dai qual o problema.
90% do mercado utiliza windows, 90% dos programas comerciais, incluindo jogos são para windows. Agora se você se sente tão bem no linux não reclame de quem usa o windows, tá parecendo até torcedor de time fanático. Eu uso o que me convém e o que o mercado manda.
O mercado não manda em p**** nenhuma.
Então não adianta argumentar com vc, talvez vc não viva no mundo civilizado.
Desculpe, eu não sou fantoche, logo, não sou controlado pelo mercado. Eu tenho opinião formada, não precisam formar por mim.
Infelizmente eu não posso obrigar o escritório a migrar todas as maquinas de Windows XP pra Linux
Usar o que o mercado manda é dose hein… Ainda mais em computação pessoal. Essa guerra ainda vai longe. E sabe do que mais, é uma guerra saudável. O linux está se desenvolvendo bastante e já está muito maduro para ser usado por um usuário novato. Se levarmos em conta que um newbie em informática que usa windows não sabe nem instalar sua placa de vídeo - fica com o micro lento e acha que a máquina é ruim - então a questão é de costume mais do que conhecimento. O triste é ver técnico instalando Windows pirata em tudo que é máquina só porque é o único que ele sabe mexer. Toda discussão é saudável, só melhora os sistemas. Até mesmoa guerra entre DEB x RPM e KDE x Gnome é positiva.
Aliás, nem dei minha opinião. O review está bem legal. Mas sabe que não consigo usar o Mandriva. E olha que já tentei algumas vezes. Ele nunca consegue funfar de boa comigo, sempre dá problema. Ele e o OpenSuSE são dois sistemas que não gostam de mim.
Aí, o Mandriva não está completo não! Faltou um “s” no “apena” da primeira imagem!
HA HA HA.
Erro de tradução.
Pena que a Mandriva tá em dificuldades financeiras, espero que melhorem logo, ainda mais que a Mandriva contribuí bastante proporcionalmente ao seu tamanho pro desenvolvimento do Linux:
https://www.linuxfoundation.org/publications/images/table4-companies.gif
Ah, no ranking do site Distro Watch o Mandriva aparece só em 7º, atrás até do PCLinuxOS que é baseado no próprio Mandriva, seria isso falta de marketing pessoa-a-pessoa?
http://distrowatch.com
Ótimo review. Uso Mandriva como meu sistema diariamente e não tenho do que reclamar. A única coisa que não me agrado muito no Mandriva são os repositórios, vez por outra não tem o que se procura. Ao contrário do que muitos dizem o KDE 4.1 está sim muito bom e estável, certo que falta um K3B e um Kaffeine pra ele, mas mesmo assim está excelente.
Espero agora pelo openSuSE 11.1, outra paixão minha. Fico no aguardo de um próximo review seu.
“é melhor se preparar para um pequeno upgrade de memória.”
Nenhum usuário doméstico normal iria fazer um upgrade de memória com o intento de >>usar esta distro agradavelmente<<… a expressão soa como uma ameaça com o uso do “se preprarar”. Um upgrade para esta distro é TOTALMENTE dispensável para usuários domésticos. Absolutamente nada que ela oferece é indisponível no Windows, mas muito que a plataforma Windows oferece é indisponível nela.
Geeks e suas doiduras…
Fanboys e suas paixões…
Engraçado que se você falar que o Windows Vista precisa de um upgrade de memória, vem gente com 12 pedras na mão falando que “o vista é maravilhoso e roda em qualquer PC das Casas Bahia”.
Absolutamente nada que ela oferece é indisponível no Windows, mas muito que a plataforma Windows oferece é indisponível nela.
Discurso mais tendencioso =_=
respondi no lugar errado >(
Temos a mesma falta de atenção.
Muito legal a análise do mandriva 2009. Apesar de não gostar muito dessa distribuição, por ter tido uns probleminhas nela, eu vou testar essa versão 2009. deve estar boa
Parabéns
Tenho o mandriva 9 instalado aqui, acho-o “ele é” bem mais rapido que o Ubuntu e bem mais agradavel de usar, o unico “problema” é que o desktop 3d so funciona em geforce 8 para cima “uma pena”
No mais, excelente sistema.
geforce 8 pra cima? Aqui funciona perfeitamente e veloz como o vento na minha geforce FX 5200.
Só o xorg que não conseguiu configurar automaticamente e nem com o nvidia-settings depois de instalar o driver nvidia, tive que colocar a resolução manualmente.
Guilherme Mac,
entao me ensine por favor…
Aproveite e mande um e-mail para a mandriva pedindo para eles retificarem esta informaçao errada nos requisitos de sistema.
É estranho não ter funcionado aí, aqui simplesmente foi detectado e instalado o driver na instalação, não precisei fazer nada, até o compiz foi ativado automaticamente e mesmo o nvidia settings que no Ubuntu tem que baixar a parte o Mandriva já instalou.
Bom Guilherme, voce realmente tem certeza que sua placa é uma geforce 5200?
Eu trabalho com linux desde 92, nunca tive problemas, ja usei o mandriva 2008 e ele habilitava o compiz automaticamente na instalaçao…
Instalei o 2009 e percebi que nao habilitava nem com a instalaçao do driver da nvidia, fui em alguns foruns e vi que realmente so funciona em gf serie 8 para cima, descrente disso resolvi procurar algo no site da distro e infelizmente o requisito minimo é uma gf8, mas se voce conseguiu fazer funcionar eu gostaria muito de saber como, pois é a distro que mais admiro e uso aqui em casa.
sim, tenho uma geforce FX5200 LE de 128MB (LE é mais fraca que as “normais”).
Uso driver 173.14.12 no Ubuntu e usava esse 173 no Mandriva. Quarta qdo entro em férias instalo de novo o Mandriva pra mostrar.
Tenta procurar nos repositóriso o driver nvidia-legacy, o driver atual só funciona nas placas mais novas.
Lordtux, tentei fazer algumas gambiarras, todas inuteis, a verdade é que eu nao uso o desktop 3d, entao para mim nao faz a menor diferença, so achei estranho o Guilherme dizer que o dele ja veio habilitado por padrao… enfim.
Requirements
* Processor: Any Intel®, AMD or VIA processor.
* RAM: 512MB minimum, 1GB recommended.
* Hard disk: 2GB minimum, 6GB recommended.
* Graphics card: NVIDIA®, ATITM, Intel®, SiS, Matrox,VIA. 3D desktop functionality requires an NVIDIA GeForce (up to 8800), ATITM Radeon 7000 to HD 3870, or Intel® i845 to x4500HD.
* 3D acceleration is supported on most capable hardware. For more details, check the hardware compatibility database.
* Sound cards: All Sound Blaster, AC97 and HDA compatible cards are supported. Note: Creative Labs X-Fi cards are not currently supported.
* DVD drive required.
* SATA, IDE, SCSI, SAS: most controllers are supported in non-RAID mode, and some are supported in RAID mode.
List is not exhaustive: certain hardware not listed may also be supported. For more information, visit: http://hcl.mandriva.com
Outra coisa que é um tanto inconveniente no mandriva é a confusão com o diversos pacotes de suas diversas distribuições de mesma versão. (o que confundiria um usuário nao experiente)
Deskt