Paulo Seikishi Higa. Em meados de 1998, tive meu primeiro contato com a informática, ainda na pré-escola. Sempre fui bastante curioso: sou autodidata e aprendi boa parte do que sei fuçando, detonando e infectando instalações do Microsoft Windows. Atualmente, não utilizo mais antivírus, tenho conhecimentos em XHTML, CSS, programas gráficos (principalmente o Adobe Fireworks), administração de servidores web, e sei me virar bem com os sistemas operacionais Windows e Linux, especialmente as minhas duas distribuições favoritas: o Mandriva e o openSUSE. Estou sempre por dentro das últimas novidades da informática e da tecnologia.



A NetOfficer, representante da empresa de segurança G DATA, divulgou um dado bem interessante: nós estamos à frente de países tradicionais e conhecidos nessa prática, como a China e a Rússia. O Brasil tem 10% (sim, dez por cento) das máquinas zumbis, formando a maior rede do mundo. A China está com apenas 6,6% e a Rússia… nem sequer apareceu na lista. Outros países são Alemanha, em segundo lugar (9,3%), Itália, em terceira (9,3%), Turquia, em quarta (8,3%), Polônia, em sexta (4,7%), Colômbia, em sétima (4,6%) e Estados Unidos em oitavo com 4,2%.
