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Consumidores recorrem ao consórcio para comprar smartphones, notebooks e eletrônicos sem juros

Com a tecnologia cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, dispositivos eletrônicos deixaram de ser apenas itens de entretenimento e passaram a ocupar um papel essencial no trabalho, nos estudos, na comunicação e na produtividade do dia a dia. Smartphones, notebooks, PCs gamers, smart TVs, tablets e eletrodomésticos modernos se consolidaram como prioridades de consumo para milhões de pessoas no país.

O mercado acompanha esse movimento. Segundo projeções da Statista, o segmento de smartphones movimentou cerca de US$ 16,3 bilhões no Brasil em 2025, o equivalente a aproximadamente R$ 90 bilhões. Ao mesmo tempo, cresce também a busca por alternativas de compra que ofereçam mais previsibilidade financeira e menor impacto no orçamento familiar.

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Busca por smartphones, notebooks, PCs gamers e outros eletrodomésticos têm fortalecido a modalidade
entre consumidores mais atentos ao orçamento

Nesse cenário, o consórcio vem ganhando espaço entre consumidores que desejam adquirir eletrônicos de forma planejada. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o segmento de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis registrou um dos maiores crescimentos do setor no primeiro trimestre de 2026, com alta de 44,9% nas vendas acumuladas do período.

O modelo funciona por meio da formação de grupos de consumidores administrados por empresas autorizadas pelo Banco Central. Os participantes contribuem mensalmente para um fundo comum e, ao longo do período contratado, podem ser contemplados por sorteios ou lances, recebendo uma carta de crédito para a compra do produto desejado.

Na prática, o consórcio pode ser utilizado para aquisição de diversos tipos de eletrônicos e eletrodomésticos, incluindo celulares, notebooks, computadores, videogames, televisores, tablets, geladeiras, máquinas de lavar e equipamentos de uso profissional. Dependendo das regras da administradora, a carta de crédito também oferece flexibilidade para escolha de marcas, modelos e lojas no momento da compra.

Outro ponto que vem impulsionando a modalidade é a ausência de juros, característica que diferencia o consórcio do financiamento tradicional. Em vez disso, o consumidor arca com taxas administrativas e custos previstos em contrato, o que faz com que muitas pessoas enxerguem o modelo como uma alternativa mais organizada para planejamento financeiro de médio e longo prazo.

Para a Evoy Consórcios, administradora autorizada pelo Banco Central, o crescimento da modalidade reflete uma mudança de comportamento do consumidor brasileiro, que passou a buscar formas mais sustentáveis de organizar objetivos financeiros.

Marcelo Lucindo: a trajetória que levou à Evoy Consórcios - Evoy Consórcios

“Hoje, eletrônicos e eletrodomésticos modernos deixaram de ser apenas itens de desejo e passaram a ter um papel essencial para as pessoas. O consórcio torna esses objetivos mais acessíveis ao permitir que o consumidor conquiste esses bens de forma planejada, sem juros e com parcelas que cabem no orçamento”, afirma Marcelo Lucindo, CEO e fundador da Evoy.

O avanço do consórcio de eletrônicos também acompanha a entrada de consumidores mais jovens no setor. Mais familiarizadas com educação financeira, planejamento e controle de gastos, as novas gerações têm buscado alternativas que reduzam o impacto das compras parceladas tradicionais e permitam maior previsibilidade no orçamento.

Além disso, o aumento constante dos preços de dispositivos eletrônicos de última geração, especialmente smartphones premium, notebooks de alta performance e equipamentos gamers, também contribui para ampliar o interesse pela modalidade.

“Sabemos o quanto a aquisição desses dispositivos pode ser complicada, especialmente para o pagamento parcelado. Por meio do consórcio, é possível se planejar e adquirir o dispositivo desejado por valores mais acessíveis”, finaliza Marcelo.

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