Em parceria com a Roche Diagnóstica, grupo apresenta balanço do primeiro ano de operação do NTO 4.0, destacando ganhos em eficiência, escalabilidade e sustentabilidade
O Grupo Sabin e a Roche Diagnóstica divulgaram os resultados do primeiro ano de operação do Núcleo Técnico Operacional (NTO) 4.0, em Brasília (DF). Após a modernização do complexo laboratorial, que recebeu investimentos de R$ 90 milhões, a capacidade produtiva da unidade aumentou 26%, impulsionada pela adoção de automação, robótica e integração digital dos processos.
Com 12 mil metros quadrados, o NTO concentra parte relevante das operações diagnósticas do grupo e passou por uma transformação tecnológica voltada à ampliação da eficiência operacional e à preparação da estrutura para absorver o crescimento da demanda por exames nos próximos anos.
Os indicadores apresentados pelas empresas mostram que a modernização elevou em 43,7% a densidade de testes realizados por metro quadrado, permitindo maior aproveitamento da infraestrutura existente sem necessidade de expansão física. A produtividade por colaborador também registrou avanço de 7,6%, resultado atribuído à automação das etapas de triagem e processamento das amostras.
Entre as tecnologias implementadas está a CCM Vertical, primeira e única esteira vertical em operação no Brasil para movimentação automatizada de amostras laboratoriais. O sistema utiliza passarelas aéreas e equipamentos integrados para transportar os tubos ao longo de todo o fluxo produtivo.
Integração operacional de ponta a ponta
O projeto do NTO 4.0 foi desenvolvido ao longo de dois anos e envolveu mais de 80 especialistas entre as etapas de planejamento, engenharia e implantação tecnológica. A solução foi customizada para atender às necessidades do núcleo localizado na sede do Grupo Sabin, que também opera outros 29 Núcleos Técnicos Operacionais e Hospitalares distribuídos pelo país.
Um dos principais diferenciais da nova estrutura é a integração completa dos processos laboratoriais. Desde a chegada das amostras para triagem até o armazenamento final, os tubos circulam por uma rede automatizada conectada a diferentes gerações de equipamentos, reduzindo etapas manuais e aumentando a rastreabilidade das operações.
Ganhos ambientais e experiência do paciente
Além dos avanços operacionais, a modernização trouxe benefícios ligados à sustentabilidade. O novo fluxo permitiu reduzir em 19% a quantidade de tubos utilizados por teste e ampliar em 22% o número de exames realizados por coleta, diminuindo o consumo de materiais e tornando a experiência mais confortável para os pacientes.
“Esse investimento faz parte de nosso planejamento estratégico de crescimento por meio de uma maior eficiência laboratorial, aumento da capacidade produtiva e também com importantes ganhos para os aspectos ambientais. Ao melhorar o tempo de liberação dos resultados, garantindo um alto padrão de qualidade e confiança para a medicina preventiva e diagnóstica, realizamos uma entrega de valor importante para comunidade médica e clientes”, destaca Lídia Abdalla, presidente-executiva do Grupo Sabin.
Para Carlos Martins, CEO da Roche Diagnóstica no país, os benefícios da automação se refletem em toda a operação. “É a alta tecnologia com gestão automatizada do início ao fim, que tem impactos positivos para o paciente, que conta com mais segurança em seus exames, e para o bem-estar dos colaboradores do Sabin, que passam a ter fluxos de trabalhos mais eficientes”, pontua.








