Inteligência Artificial

Startup brasileira conduz 1 milhão de entrevistas de emprego com IA e economiza 45 anos de trabalho

A DigAÍ, empresa brasileira especializada em soluções de IA para recrutamento e seleção, atingiu a marca de 1 milhão de entrevistas automatizadas realizadas no Brasil. O número tem reforçado a crescente adesão das empresas à inteligência artificial como aliada nos processos seletivos, especialmente nas etapas de triagem em grande escala e entrevistas.

“Além do volume expressivo de entrevistas realizadas, o impacto operacional é um dos pontos que mais nos orgulha. Nossa tecnologia já devolveu quase 400 mil horas aos recrutadores, o equivalente a 45 anos de trabalho contínuo consumidos por tarefas operacionais. Hoje, essas horas são direcionadas para análises estratégicas e aprimoramento da experiência do candidato”, afirma Christian Pedrosa, fundador e CEO da DigAÍ.

A solução padroniza critérios de avaliação, reduz vieses e amplia a capacidade de análise em processos com alto volume de candidaturas. Ela é capaz de analisar texto e áudio por IA e fazer triagens em larga escala, gerando insights, rankings e feedbacks instantâneos tanto para recrutadores quanto para candidatos, aumentando a agilidade das contratações.

No último mês, a DigAÍ apresentou ao mercado a TIP (Talent Intelligence Platform), um ecossistema de inteligência que insere análise de dados ao recrutamento. A proposta amplia o papel da IA para além da automação de entrevistas, estruturando informações, cruzando variáveis e oferecendo suporte qualificado à tomada de decisão em contratações de alta complexidade.

Segundo o executivo, o marco de 1 milhão de entrevistas automatizadas representa não apenas crescimento em escala, mas uma mudança estrutural na forma como o recrutamento é conduzido no país.

“Esse alcance demonstra que o mercado brasileiro está amadurecendo no uso da inteligência artificial aplicada ao RH. A tecnologia não substitui o recrutador, ela potencializa sua atuação, tornando o processo mais estratégico e humano”, afirma. 

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