Análise de F.E.A.R. 2: Project Origin para PC
19/02/09
Ficha Técnica
- Título: F.E.A.R. 2: Project Origin
- Produtora: Warner Bros. Games
- Desenvolvedora: Monolith Productions
- Distribuidora: Warner Bros. Interactive Entertainment, Steam
- Plataformas: PC, Xbox 360 e PlayStation 3
- Motor gráfico: Lithtech: Jupiter EX
- Data de Lançamento: 10/02/2009 (América do Norte), 12/02/2009 (Steam, Europa)
- Gênero: Ação e Terror em Primeira Pessoa
- Versão: 1.0
- Classificação Etária: 18+ anos
Requerimentos mínimos:
- Processador: Intel Pentium 4 2.8GHz (3.2GHz para o Vista) ou AMD Athlon 64 3000+ (3200+ para o Vista) ou superior;
- Memória RAM: 1GB (1,5GB para o Vista);
- Placa de vídeo: 3D de 256mb, com suporte 100% ao DirectX 9.0c e ao Shader Model 2.0b, NVIDIA GeForce 6800 ou ATI Radeon X700 ou superior;
- Espaço HD: 12GB;
- Placa de Som: compatível com DirectX 9.0c;
- Unidade de Leitura: DVD-ROM (1 DVD-DL + 1 DVD);
- Sistema Operacional: Windows XP SP2/ Vista SP1;
- Conexão à internet para ativação online via Steam.
Requerimentos recomendados:
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.2GHz ou AMD Athlon 64 X2 4400+ superior;
- Memória RAM: 1.5GB;
- Placa de vídeo: 3D de 512mb, com suporte 100% ao DirectX 9.0c e ao Shader Model 3.0, NVIDIA GeForce 8600GTS ou ATI Radeon HD 2900 XT ou superior;
- Espaço HD: 12GB;
- Placa de Som: compatível com DirectX 9.0c;
- Unidade de Leitura: DVD-ROM (1 DVD-DL + 1 DVD);
- Sistema Operacional: Windows XP SP3 / Vista SP1;
- Conexão à internet para ativação online via Steam.
- DirectX 9.0c.
Configuração em que o jogo foi analisado pela equipe:
- Processador: Intel Core 2 Duo E7300 @ 2.66GHz;
- Memória RAM: 4GB (2x 2GB DDR2 Kingston PC6400 @ 800MHz);
- Placa de vídeo: XFX GeForce 9800GT 512mb GDDR3;
- HD: 500GB Samsung SATA2 7200RPM 16mb;
- Placa-mãe: ASUS P5Q;
- Sistema Operacional: Windows Vista SP1;
- Driver de vídeo: GeForce 181.20 WHQL;
Prós e Contras
Prós:
F.E.A.R. 2: Project Origin renova a formula de seu antecessor, trazendo mais do melhor. A história chega a ser tão misteriosa e sinistra que é capaz de prender a atenção do jogador até o último segundo do jogo. O ambiente extremamente carregado de suspense faz você saltar da cadeira a cada susto, posicionados sistematicamente. Enquanto as partes de ação, misturadas com o impecável Slow Motion dão toques de extrema adrenalina no maior estilo “Matrix”, as sequências paranormais lembram produções de terror orientais, já vistas em filmes como “O Grito” e “O Chamado”.
O nível de violência bem elevado do jogo acaba tornando as cenas de ação em um divertido banho de sangue e tripas. As sequências com Mechs trazem uma nova jogabilidade ao título de tiro. E por fim, os gráficos do renovado engine Jupiter EX, e a tão famosa Inteligência Artificial dos inimigos ajudam a tornar F.E.A.R. 2 um shooter bem sólido.
Contras:
Bom para uns, ruim para outros, F.E.A.R. 2 é extremamente conservador. Isso quer dizer que se você já jogou o primeiro capítulo da franquia da Monolith ou já é um grande veterano dos jogos de tiro das gerações mais atuais, o segundo título pode acabar parecendo um pouco fraco, reciclado, não trazendo nada mais que gráficos melhorados e algumas poucas respostas da enigmática história. Por outro lado, o fato de ser conservador pode ter contribuído para deixar o novo capítulo nos mesmos trilhos do original.
Além disso, a reciclagem atingiu até os cenários, que contém uma baixa diversidade, exibindo apenas 3 localidades básicas e passam uma esquisita sensação de “dejà-vú” em alguns momentos. O multiplayer conta com os modos genéricos de sempre, além de serem poucos, deixando essa opção apenas como um “tapa-buraco”.
M.E.D.O.
A franquia que introduziu o terror psicológico no gênero de tiro em primeira pessoa nasceu em 2005, lançada em outubro pela Monolith sob produção e distribuição da Vivendi Universal. Em F.E.A.R. – First Encounter Assault Recon, o jogador assume o papel de um point man (uma espécie de batedor ou guia) da fictícia F.E.A.R., unidade secreta de elite criada pelo Exército Americano para lidar com assuntos paranormais.
A equipe é chamada para deter e matar o líder de um exército de clones – chamados de Replica Soldiers – antes que ele tome controle da situação. O problema é que o exército e seu próprio comandante foram treinados através do Projeto Origin, desenvolvido pela Armacham Technologies Corporation, que buscava criar soldados controlados via telepatia e outros poderes além de nossa compreensão. Para piorar, o perturbante passado do protagonista sem nome do jogo esconde uma bizarra relação com uma garotinha com poderes paranormais chamada de Alma, o núcleo do projeto Origin e de todo o jogo. Apesar de a história parecer estranha do ponto de vista inicial, descrever mais que isso, é spoil na certa.
O fato é que F.E.A.R. foi um dos primeiros shooters e utilizar de forma magnífica os recursos do DirectX 9 em sua engine, além de dar a possibilidade ao jogador de usar o “slow motion” para obter uma certa vantagem sobre seus inimigos, tornando o tiroteio lento e extremamente divertido. Esses recursos tornaram o título uma grande inovação do gênero, o que rendeu um enorme sucesso e duas expansões: Extraction Point e Perseus Mandate, ambas desenvolvidas pela TimeGate Studios.
O sucesso foi tão grande que a Monolith foi logo adquirida pelo segundo maior conglomerado de mídia do planeta, a Time Warner, dona de empresas como CNN, Warner Bros., Cartoon Network, DC Comics, AOL e várias outras. Entretanto, a nomenclatura “F.E.A.R.”, até então, ficou com a antiga dona, a Vivendi, levando a Monolith a promover uma votação com os fãs – “Name Your Fear” – para definir o nome da tão aguardada continuação. Project Origin foi o mais votado e, faltando poucos meses para o lançamento, a Monolith conseguiu, após várias batalhas judiciais, recuperar o nome F.E.A.R.
Catástrofe paranormal
Deixando claro que as expansões – Extraction Point e Perseus Mandate – não foram consideradas, F.E.A.R. 2: Project Origin inicia exatos 30 minutos antes do final do primeiro jogo. O protagonista da vez tem nome! é Michael Becket, um operador de um grupo da Força Delta, a mais alta instância de elite do exército norte-americano, chamado para prender Genevieve Aristide, presidenta da Armacham Technology Corporation, responsável por toda a confusão apresentada em F.E.A.R.
Ao chegar à residência de Aristide, as instalações da Armacham vão para o espaço, explodindo na mesma proporção de uma bomba atômica, mergulhando a cidade em um inferno apocalíptico, lotado de mercenários, soldados-clones, tropas de segurança, e é claro, um batalhão de abobinações paranormais. Cabe ao protagonista Becket sobreviver ao caos e desevendar mais algumas lacunas do misterioso universo criado pela Monolith.
Menos complexo que o enredo apresentado no primeiro jogo, em F.E.A.R. 2 a história correrá em ritmo mais acelerado, sendo apresentada tanto em diálogos e cut-scenes arrepiantes quanto em arquivos de inteligência – que fazem o papel de “secretos” – espalhados por todo o cenário. Em cerca de 8 à 10 horas de campanha, Becket passará boa parte da trama tentando se reagrupar com seu esquadrão e colher informações a respeito da foragida Genevieve e sua enigmática companhia, em meio ao fogo cruzado de Replicas e tropas de segurança da Armacham que querem evitar o vazamento de segredos, sem esquecer da trupe de Alma.
Super-soldado
Quando finalmente é possível usar o incrível poder de Slow Motion, capaz de deixar tiroteios tão lentos que é possível enxergar os trajetos de projéteis, F.E.A.R. 2 começa a ficar divertido. Responsável pelo enorme sucesso da franquia, o slow-mo torna o protagonista tão rápido que o espaço e o tempo são quebrados, deixando o mundo ao seu redor em “câmera lenta”. É claro que pra isso o arsenal está bem variado, incluindo uma boa quantidade de armamentos, que vão de pistolas e rifles de assalto a lançadores de mísseis e cortadores a laser, além das granadas de impacto, proximidade ou de pulsos eletromagnéticos.
A medida que a campanha avança, levando em consideração a dificuldade de jogo escolhida, os inimigos vão aparecendo em maior número e em novos tipos, com armas e habilidades mais complexas. A Inteligência Artificial de F.E.A.R. 2, um dos elementos responsáveis pela enorme fama da franquia, faz com que os inimigos trabalhem sempre em equipe, usando comandos por rádio, procurando abrigo dos tiros do jogador ou dando no pé quando a situação aperta. Só que não espere por algo à beira da realidade: encontrar personagens do jogo “travados” por objetos ou simplesmente parados no meio de um cômodo pode ser algo bem comum.
Além dos habituais Replicas Soldiers – que se dividem desde classes de assalto até atiradores de elite, assassinos invisíveis e máquinas de guerra – e das forças de segurança da ATC, há as sinistras manifestações paranormais combinadas com o ótimo trabalho de áudio do título. Prestando singelas homenagens a filmes de terror oriental, as manifestações são compostas por objetos se movendo “do nada” ou lâmpadas estourando, passando por espectros brilhantes e perturbadores, chegando às aparições de Alma que com certeza vão fazer o jogador pular da cadeira. Ver o equipamento do protagonista apresentando uma bizarra interferência pode significar algo muito ruim a sua volta, criando um efeito de imersão de tirar o fôlego.
Por fim, há ainda sequências que lembram títulos antigos como Ground Control em que Becket embarca nos Mechs, máquinas de guerras semelhantes à robôs, que são capazes de peneirar seus inimigos usando metralhadoras e mísseis. Enquanto se anda em um Mech pelas ruas em ruínas, o jogador sente uma enorme superioridade e uma bela dose de adrenalina, mesmo em níveis de dificuldade maiores, tornando estas uma das etapas mais divertidas de F.E.A.R. 2.
Mesma fórmula, mesmos problemas
Se Project Origin é a continuação conservadora da franquia, então é possível dizer que os mesmos problemas foram conservados. Quase 4 anos depois do primeiro F.E.A.R., o engine gráfico permaneceu o mesma com, é claro, várias otimizações, mas ainda sim, é o mesmo. Project Origin é indiscutivelmente bom, mas acaba perdendo justamente no quesito que o consagrou em 2005: o trabalho gráfico.
Muitas texturas e até mesmo cenários parecem que passaram por uma bela reciclagem. Os personagens ainda parecem ter as mesma texturas e os mesmos movimentos, sendo que até algumas vozes foram repetidas. Isso acabou fazendo com que Project Origin não causasse tanto impacto quanto o primeiro causou. O fato é que o trabalho gráfico poderia ter sido bem melhor, mesmo não parecendo nada mal no jogo em questão.
O motor Jupiter EX no novo título da Monolith ganhou grandes melhorias, apresentando telas borradas, um sangue mais “natural”, um sistema de desmembramento mais realista, trabalho de luzes caprichado, dentre outros elementos. Porém, no geral, não há nenhuma maravilha gráfica, nada que possa destacar Project Origin neste quesito, infelizmente.
Outro fato que sofre é os cenários repetitivos e também reciclados: o protagonista ficará alternando entre instalações subterrâneas e as ruínas da cidade, sem grandes surpresas. 90% de todo o combate acontece em cômodos bastante fechados, tornando a escopeta uma arma extremamente útil e letal. E em quase todos os bang-bangs, o slow-mo é necessário já que sem ele, os tiroteios tem gosto de vento, além de se tornarem difíceis.
É bom lembrar que os controles padrões de Project Origin são uma confusão total, onde, por exemplo, o Shift desempenha o papel de ativar a mira da arma, tornando uma “visitinha” na tela de opções quase que uma obrigação. Se você já tiver prática no gênero, o recomendado é já iniciar o game em uma dificuldade mais alta, já que nos modos fáceis, é possível encontrar montanhas generosas de kits médicos – sim, o sistema de vida ainda é em barrinhas -, munição, armadura e suprimentos espalhados pelo cenário. A única coisa que é menos comum são os “boosts“, que aumentam a duração do slow motion, ou bullet time.
Para terminar, o multiplayer desta versão ficou extremamente desinteressante, deixando claro que o destaque mesmo é com a campanha single player. Há os modos de sempre do mata-mata em grupo além de algumas batalhas nos Mechs. Porém, se sua preferência for o modo multijogador, quem sabe títulos como Call of Duty ou Counter-Strike lhe agradem mais que F.E.A.R. 2.
Considerações finais
F.E.A.R. 2: Project Origin é um título interessante. Para quem curtiu os primeiros jogos da franquia, a continuação é extremamente recomendada, simplesmente pelo fato de completar várias lacunas (e abrir outras) do enigmático universo criado pela Monolith. Porém, se você pretende experimentar os sustos de Alma pela primeira vez, Project Origin vai aparecer fraco e sem muitas novidades em comparação com outros títulos do mercado.
Enquanto os tiroteios frenéticos recebem doses de adrenalina com a habilidade do slow motion e o sustos das manifestações paranormais tornam o ambiente extremamente carregado de suspense, os gráficos fracos para os padrões atuais e cenários repetitivos, além do multiplayer sem gosto, fazem de F.E.AR. 2 um shooter sólido para passar o tempo. Nada mais.
Notas
- Jogabilidade: 8.5. Depois de uma reforma no menu de controles e na dificuldade, a jogabilidade de Project Origin se torna bem sólida, misturando o slow motion à várias cenas de ação e suspense.
- Enredo: 8.0. Bem menos “amarrada” que em outras versões e extraindo vários elementos de filmes de terror orientais formando um ambiente bem carregado de suspense, a história medonha do título é capaz de fazê-lo saltar da cadeira a cada corredor.
- Gráficos: 8.0. Mesmo com um motor gráfico bem desenvolvido e bastante sólido, animações e texturas poderiam ter recebido um pouco mais de atenção dos artistas da Monolith.
- Física: 7.5. Faz apenas seu papel com os habituais ragdolls (ainda que mal implementados) e ajuda a dar um pouco de realidade aos rastros de bala e membros decepados durante os tiroteios com slow-mo.
- Áudio: 9.5. Quer uma dica? Jogue com o volume no máximo e durante a madrugada. Se tiver problemas cardíacos, esqueça.
- Diversão: 8.0. A história e as cenas de ação contribuem para quase 10 horas de campanha. O problema é a extrema facilidade do título em modos de dificuldade mais “leves”.
- Multiplayer: 6.5. Sem gosto. Counter-Strike ou Call of Duty 4 são mais divertidos.
- Nota Final: 8.0. Interessante.
















há 1 ano atrás
Hummm… Mechs… Lembrei de MechWarrior
há 1 ano atrás
pena que não tenho mais tempo pra jogar
há 1 ano atrás
Poxa, excelente post Artur! Lembrei da época que joguei Resident Evil pela primeira vez, eu até tremia tentando zerar o jogo rssrsrsrs. Se eu for jogá-lo terá de ser no Play3, por que meu pc definitivamente não aguenta o tranco. =/
há 1 ano atrás
Deve ser um pusta jogão, que nem o primeiro, mas acho que o primeiro jogo a usar o slow-motion, que revolucionou, foi o Max Payne e não o FEAR. De qualquer forma, jogaço.
há 1 ano atrás
Muito legal. Parece ser um bom jogo,pena que meu pc não aguenta. Acho que mesmo se aguentasse não jogaria, pois jogando Resident Evil 4 já me assusto imagine jogando F.E.A.R.
Um pequeno erro de portugues:”Outro fato que sofre é os cenários repetitivos”
no caso não seria são os cenários??
Outra coisa: Me da seu pc??
há 1 ano atrás
se assusta jogando RE4? então nem passe perto de Silent Hill ou Penumbra
há 1 ano atrás
Silent Hill não assusta. Penumbra é pra que??Linux??
Eu assusto fácil.Já assustei uma vez jogando um fan-game de Sonic.Acho que é pq me concentro muito e qualquer coisinha me assusta.
Ontem fiu inventar de jogar RE4 sozinho em casa la pras das meia-noite e quase que não durmo.
há 1 ano atrás
HAHAHAHA, RE4 não assusta tanto(nada) como Silent Hill, foi o ÚNICO JOGO que me assustou.
há 1 ano atrás
criadores de Silent Hill são doentes. O jogo dá muito medo, tem um clima triste e depressivo. Todos os personagens sofrem por algum motivo, são desiludidos e/ou tem sentimento de culpa
=_=
há 1 ano atrás
Na verdade Re4 não assusta, ele é muito suspensivo(existe essa palavra?), o clima de suspense me deixa louco!! OS criadores de Silent Hill são doentes mesmo. São psicopatas.
Vc já jogou Condened:Criminal Origins??(acho q é assim q escreve)
Joguei ele e fiquei sem dormir quase uma semana.
Penumbra é “de grátis”??
há 1 ano atrás
nunca joguei esse, qualquer dia, qdo tiver tempo ( ¬¬ ), pego o demo pra dar uma olhada =]
Penumbra é pago, mas até q é barato: https://store3.esellerate.net/store/checkout/CustomLayout.aspx?s=STR8195214339&pc=&page=MultiCatalog.htm
O bom é q tem tradução dele no site do game vício.
Tbm tem o demo q é bem pequeno, só uns 130MB só =]
há 1 ano atrás
Eu jogava mais o jogo do PS1, quando você chega na parte da escola, escuta crianças dando gargalhadas como estivessem brincando(corrija-me se eu estiver errado), mas a escola está deserta, e você vê bonecas sem cabeça…
há 1 ano atrás
Condened é “legalzin”, assusta pra caramba.
A desenvolvedora dele é a Monolith também, então já dá pra ter uma idéia de como é o jogo.
há 1 ano atrás
sonic? hahaha
Penumbra tem pra Linux, Windows e Mac.
O jogo tem um clima de medo, o Black Plague, que joguei, não tem nem arma, é tudo a base de objetos do cenário hahaha Primeiro zumbi q achei pela frente fechei o jogo e fui ver TV huahuahuhauhu
Dá um olhada nos traillers:
- http://www.youtube.com/watch?v=YaXDvR2sw-4
- http://www.youtube.com/watch?v=Gqc7DJSigBg
Site: http://www.penumbragame.com
há 1 ano atrás
RE4 é mais pra açao do que terror! E alguem conhece algum mod de armas pro primeiro FEAR, so diz o nome
. E Renan naum vai se assustar com a propria sombra…
há 1 ano atrás
Na verdade RE4 não é de terror é de suspense. Suspense pra mim é pior que terror.
AHH!! Que susto!! Minha sombra me assustou!! aushuashusa
há 1 ano atrás
aahuhua fala sério eu não aguento jogar jogos de terror, não depois do RE2 dai em diante vixe no more
há 1 ano atrás
O primeiro Resident Evil pra mim assustou mais, ainda mais naquele corredor em que os cachorros pulam pelas janelas quebrando o vidro. Essa parte me deu um baita susto.
há 1 ano atrás
Essa é a cena de susto mais famosa de todos os Resident’s evil.
há 1 ano atrás
As sequencias no Mecha lembram muito de SHOGO: Mobile Armor Division, que por acaso também foi desenvolvido pela Monolith, em 1998.
há 1 ano atrás
Inclusive um dos Mechas do Shogo é o ARMACHAM Ordog Advanced Series 7.
há 1 ano atrás
Uooooouuuu! Shogo! Puts, não resisti vou ter que comentar… Esse game eu curti pra carambaa!!! Zerei ele em todos os níveis de dificuldade! Eu me lembro que eu pirava rodando ele em minha Voodoo4 4500 32MB PCI!!! Era muito divertido mesmo esse jogo… bons tempos DEMAIS aqueles… Agora sobre o F.E.A.R … Eu jogo desde o primeiro, e recomendo o game! É muito bom mesmo!!! Nunca me esquecerei de cenas como “estava subindo uma escada e de repente do nada…QUE MERDAAAAAAAA…. VAI ASSUSTAR OUTRO ALMA DOS INFERNOSSSSS PUTSSSSS!!!!” huuhauaauhuaaaaaaaa E quando ela faz uma de suas primeiras aparições no primeiro game, em que vc tem que correr dela igual um louco (tudo no Slow-mo.. muito masssa!), e onde ela passa, destrói tudo no cenário!!! Muito legal mesmo!!! Recomendo!
há 1 ano atrás
Ué, querem tomar sustos e terem um treco jogando?
Experimentem os magnificos;
1- DOOM 3 (esse eu quase me mixo jogando a noite!)
2- DEAD SPACE ( o CAMPEÃO dos sustos!)
São jogos feitos pra jogar em máquinas modestas tipo:
Athlon 64, Celeron. Junto com uma GF8400,8500,8600 ou
alguma ATI série X16xx acima.
Tá ai a dica pra quem quer ter um treco.E se vc tiver um bom soobwoffer ai o bixo
pega!
Abraços a galera aki do GDPC.
há 1 ano atrás
Já vi pessoas jogando DOOM 3 parece ser legal. Qual é o requisito minimo da placa de vídeo para ele??
há 1 ano atrás
Creio que precise de pelo menos uma placa de vídeo de 64mb, GeForce 4 ou superior.
há 1 ano atrás
Será se roda numa Intel Integrada de 128 MB?? Se não me engano acho que é GMA 950
há 1 ano atrás
Na lista de placas de vídeo compatíveis na época do lançamento do Doom 3, sua placa não aparece, mas vale a pena testar.
3D Hardware Accelerator Card Required – 100% DirectX® 9.0b compatible 64MB Hardware Accelerated video card and the lateset drivers*.
* ATI® RadeonTM 8500
* ATI® RadeonTM 9000
* ATI® RadeonTM 9200
* ATI® RadeonTM 9500
* ATI® RadeonTM 9600
* ATI® RadeonTM 9700
* ATI® RadeonTM 9800
* All nVidia® GeForceTM 3/Ti series
* All nVidia® GeForceTM 4MX series
* All nVidia® GeForceTM 4/Ti series
* All nVidia® GeForceTM FX series
* nVidia® GeForceTM 6800
*Important Note: Some 3D accelerator cards with the chipset listed here may not be compatible with the 3D accelerator features utilized by Doom 3. Please refer to your hardware manufacturer for 100% DirectX 9.0b compatibility. This product does not support Microsoft® Windows® 95/98/ME or NT.
há 1 ano atrás
Existe algum lugar onde possa baixar o Demo??
há 1 ano atrás
@Renan: http://www.activision.com/ROOT/media/brands/Doom/Doom%203/demos/D3_1_3.exe
há 1 ano atrás
Eita, vou testar a performance da minha placa no GNU/Linux com esse demo.
há 1 ano atrás
Roda razoavelmente até, dependendo do resto.
Dá uma pesquisada, tem vários sites com informações sobre jogos na GMA 950, galera do notebook geralmente ;p
há 1 ano atrás
O resto: Pentium Dual Core E2180@2,00Ghz
2 GB ram
HD de 160 GB Sata 2 com 56 GB livre
Monitor 17″ Samsung SyncMaster 732NW
Drive de DVD-RW
E a bendita 950 GMA. Fazer o que né? PObre é assim mesmo. Não tem nem R$ 250 para comprar uma placa melhorzinha…
há 1 ano atrás
Dead Space realmente humilha de longe como jogo de terror.
É uma soma perfeita de Resident Evil + Silent Hill + Doom 3. Recomendo mais ainda o filme que conta os acontecimentos antes do storyline do jogo – Dead Space: Downfall!
há 1 ano atrás
Vocês (Incluindo a equipe da Análise não entendem)
Cada jogo tem os seus ingredientes… E outra: Quer mais trabalho gráfico para virar um GTA IV da Vida? Que tem que ter um Super PC para rodar?
há 1 ano atrás
GTA IV? Não seria um Crysis “da vida” não? GTA IV é uma verdadeira porcaria gráfica no PC.
há 1 ano atrás
Pode ser Também Também, é mais um exemplo…
Eu disse GTA IV pelo fato de ter que ter um PC super Parrudo pra rodar o game liso.
há 1 ano atrás
Very good
pena que eu odeio jogos de terror
não que eu tenha medo, mas meu primo xereta adora ficar no pc olha eu jogar
ele morria de medo dos undeads do Warcraft ROC
há 1 ano atrás
É horrível quando vc está jogando e fica alguem xerentando sem vc deixar
há 1 ano atrás
horrivel mesmo
da vontade de esganar
e eu ainda levei fumo pq meu primo não dormia por causa que ele pensa que os ghouls, acolytes e abomination vão pegar ele D=
há 1 ano atrás
Nossa, medo de warcraft é inédito kkkk
há 1 ano atrás
acredite, existe. e eles vão te pegar
há 1 ano atrás
HAHAHAHA, eu gostava de fazer medo.
há 1 ano atrás
Os únicos jogos que me deram medo mesmo, foi o Resident Evil 1, até a pouco tempo mesmo, estava jogando ele aqui no pc, o som alto e tal, tão concentrado, que a minha tia entrou no quarto eu me tremi todin na cadeira kkkkkkk e o outro jogo, foi um pra Play2, chamado “Obscure”, é numa escola também, com personagens colegiais, onde não há armas, você que tem que quebrar a cabeça pra colher os objetos certos e se virar, muito show o jogo, só nunca zerei. =/
há 1 ano atrás
Eu assustei no Sonic foi por causa disso. Eu estava concentrado e um “trocinho” estava atrás do sonic e me deu um baita de um susto
há 1 ano atrás
É assim mesmo Renan, essas coisas acontecem nas melhores famílias. kkkkkkkkkkkkkkk
há 1 ano atrás
Excelente análise e jofo. Bem, acho que vou dar uma jogada nele, faz um tempinho que não tomo um bom susto. O último susto que tomei em um jogo foi jogando BioShock no PC.
há 1 ano atrás
BioShock te deu susto? O_O
Se cuida com FEAR 2 então.
há 1 ano atrás
BioShock me dá medo não pelos inimigos, mas sim pelo cenário, que é realmente real (:P) e assusta por sua grandiosidade.
há 1 ano atrás
se tem uma coisa que eu embirro é com o contador de comments
no safari ele computa 37 (detalhe, eu tenho bem mais que isso, suponho que umas 100 por ai)e no firefox ta computando 3 ¬¬
há 1 ano atrás
Então tem alguma coisa de errado no teu Firefox aí, porque aqui tá tudo normal. Desativa todos os complementos, reinicia o PC, abre o Firefox de novo e vê se voltou ao normal.
há 1 ano atrás
nem da, mas o contador dos comentaristas do mes ta bom
há 1 ano atrás
esse jogo é muito foda..
jogei o F.E.A.R e o F.E.A.R Perseus Mandate eja vou jogar este em breve!
há 1 ano atrás
A foto do novo Mac mini era FALSA vá ao meu blog e verifique
há 1 ano atrás
Excelente jogo e excelente análise. Estou jogando ainda e está melhor que o primeiro! Mas pessoal, não se assustem, são apenas fantasmas inúteis que não tem o que fazer. É igual a Troll que gosta de arrumar confusão em sites, ignorem que vão embora… ahuahuahauhauhaua…
há 1 ano atrás
Desde q eu joguei FEAR eu tenho medo da minha priminha de 7 anos que parece a Alma!! =´´´(
há 1 ano atrás
huhauahuahuahuahauaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! A prima do cara é a ALMA! Puts!!! kkkkkkkkk Tb ficaria grilado com uma prima parecida com ela… VIXE!
há 1 ano atrás
Nossa, o Jogo tá muito empolgante! Mesmo tendo momentos de Dejà-vú, como a Equipe do GDPC disseram…
As Armas, e tals…
Quando você inicia o jogo, a primeira coisa que você vê é o Sangue e a Garotinha, a ALMA…. Muito bom cara…
há 1 ano atrás
esse jogo ta irado d+
há 1 ano atrás
PôôÔÔÔÔ!!!! Vcs estão me estigando ainda mais a jogar esse F.E.A.R 2!!! Eu estava esperando esse game já a algum tempo! Contando os dias pra ser mais sincero! Desde que joguei o 1º game não parei mais! Zerei o F.E.A.R original em todos os níveis! O Extraction Point tb em todos o níveis (o melhor na minha opinião! aquela morte do negão lá… uma das melhores mortes que já vi em games! Fora que em Ext Point, tem muito mais cenas de suspense e terror do que no Original e tb em Perseus!) e joguei bastante o Perseus tb (ainda não zerei ele falta de tempo mesmo… saco de vida corrida! dá pra fazer mais nada, nem se divertir um pouquinho com um game! rsrs!) Agora quero ver esse F.E.A.R 2 PROJECT ORIGIN !!! “A menina do mal, voltará a assombrar a minha tela!!!” kkkkkkk frase de um grande amigo meu que descreve sua experiência com o F.E.A.R!!!! Abs a todos aqui do Gdp!
há 1 ano atrás
po legal .. eu tenho o F.E.A.R 1 e as duas espansoes =D elas sao bem legais .. .isso é um teste essa msg é q eu to no modo LIVE do LInux Ubuntu .. eu quero ver oq aparece …
há 1 ano atrás
po legal
há 1 ano atrás
Ahahahahah, muito bom mesmo saber que eu não sou o único a sofrer com esse tipo de “trava”, de ficar em dúvida se joga algum game pelo medo de levar susto. Tô com FEAR 1 instalado no PC, mas tá mais de lembrança e pra ocupar espaço, pq evito de jogar com medo de levar susto, ahahahah. É horrível isso!
O pior de tudo, é que quando eu era criança, jogava numa boa mesmo Alone in The Dark 1, 2 e 3 (o avô e pai dos games de Survival Horror, se não fosse ele, Resident Evil, Sillent Hill entre outros sequer existiriam). E esses jogos assustavam pra caramba, mesmo com aqueles gráficos toscos. Joguei numa boa RE2 e 3, entre outros. Mas não sei pq, desenvolvi esse receio de jogar esses tipos de games a medida que fui crescendo, LOOOL!
há 12 meses atrás
Fear 2 nao é tao bom quanto seu antecessor! Li uma analise muito boa nesse site http://www.nonuba.com.br
Pra quem gosta de saber as noticias, dicas e analises de games, la eh maneiro!