BioShock

Data 11/05/2008; 21:00
Autor Artur Carsten Contato
Comentários 23 comentários
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Uma civilização perfeita… por água abaixo

Construída no fundo do oceano pelo visionário Andrew Ryan, a cidade de Rapture foi feita para abrigar os maiores gênios, entre cientistas, médicos, artistas e pesquisadores, protegendo-os de uma sociedade preconceituosa. Em meio ao capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, Rapture optou por desenvolver um próprio estilo de vida, totalmente isolado do resto do mundo e sem dependências, onde todos seriam livres para criar e utilizar o quem bem entendessem, sem repreensões éticas ou morais.

Com o tempo, Rapture se desenvolveu e ficou acima de qualquer nação “não-subaquática” da época, até que uma cientista alemã fez uma incrível descoberta: uma substância chamada de ADAM, extraída de células-tronco de uma lesma marinha, capaz de alterar as características genéticas do ser humano, dando-lhe poderes, oferecendo melhor condições físicas e melhorando a capacidade mental dos seus usuários, tornando-os sobre-humanos. Todas essas “regalias” eram aplicadas com o uso dos “Plasmids” – subprodutos do ADAM -, comercializados pelas Indústrias Ryan, a grande articuladora de toda a confusão que o jogo desenvolve.

Não demorou muito para que a substância fosse amplamente explorada e cobiçada, assim como o petróleo hoje em dia, e foi, então, necessário descobrir uma forma de regenerá-la. É aí que entram as Little Sisters, garotinhas preparadas desde o seu nascimento para extraírem, guardarem e regenerarem o ADAM em seus corpos. A substância era então extraída de corpos mortos através de uma seringa dada a essas jovens meninas, que a guardavam consigo, regenerando-a. Como o ADAM era desejado pela maioria das pessoas de Rapture, foi necessário usar humanos geneticamente modificados vestindo escafandros e utilizando armas gigantes – os chamados Big Daddies – para proteger as Little Sisters de quaisquer ameaças.

O ADAM acabou se tornando uma droga e muitos dos seus usuários ficaram dependentes da substância, que ao mesmo tempo era cobiçada por todos. Logo, crises políticas foram somadas a esse problema e Rapture entrou em colapso e decadência. A ex-cidade perfeita ficou tomada por loucos dependentes e os poucos que resistiram foram assassinados. Em meio a grandes problemas, grupos de resistência rebeldes, tentaram restabelecer a ordem (ou pelo menos parte dela), para que uma solução para o caos fosse encontrada.

Em 1959, um ano depois de a ordem em Rapture ter ido por água abaixo, um acidente aéreo ocorre sobre o oceano, próximo onde se localiza a única entrada para a cidade utópica e é aí onde você entra na história. Controlando um protagonista sem nome, você sobrevive ao fatídico acidente e como única esperança, tenta a sorte em uma torre estranha no meio do oceano – a entrada para Rapture. Com causas naturalmente explicadas pela história, o jogador é “convidado” aos cumprimentos de seu idealizador – Andrew Ryan -, a se refugiar na cidade submersa, sem nem saber o caos que há lá embaixo.

Logo que a cidade se apresenta, seqüências de cenas de horror mostram a condição atual de Rapture, ou o que sobrou dela. Percebe-se que a cidade ficou tomada por criaturas grotescas e mutantes bizarros, onde um sentimento de medo e suspense persegue o jogador, com aparições de fantasmas e ruídos misteriosos. Felizmente você não está sozinho: Atlas, o líder da resistência rebelde, implora a você, através de um rádio de ondas curtas, para que ajude-o a salvar sua família em troca de lhe dar informações vitais para sua sobrevivência em uma cidade totalmente desconhecida e amaldiçoada.

Quem escreveu? Artur Carsten

Artur Carsten. Em 2001, ocorreu meu primeiro contato com a informática, ainda em um cursinho de informática no colégio. Mais tarde, ganhei meu primeiro computador, um Pentium III 700 MHz, 64 MB de RAM e Windows 98. Comecei a explorar de ponta a ponta tudo que aparecia na tela e aprendi coisas que, alguém da minha idade naquela época, não tinha a menor idéia. Após ter conseguido acessar a Internet pela primeira vez, em uma conexão discada, ficava apenas jogando aqueles games de sites infantis, que mais tarde descobri que não passavam de simples joguinhos feitos em Flash. A partir de 2005, comecei a me interessar por fóruns e me cadastrei em vários. Cheguei a ser moderador global e editor de um grande portal de e-Games, que hoje já está extinto. Tenho um bom conhecimento sobre jogos e GPUs e como passatempo, gosto de produzir notícias e análises sobre os mais variados temas.

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Comentários

Legal o jogo, porém, sou fã, mais que qualquer outro brasileiro, da série Call Of Duty, já virei o Call Of Duty 1, Call Of Duty United Offensive, Call Of Duty 2, Call Of Duty Big Red One, Call Of Duty 3 para PS2 e essa semana vou comprar o Call Of Duty IV, mas acho que não vai rodar aqui no PC, e não quero por nada instalar o Windows no iMac, muito menos no Macbook.

Meu PC: Celeron D 2.2 Ghz, 1024 MB RAM, HD 40 GB interno e 160 GB externo, Vídeo ATi Radeon 9550 128 bits 256 MB.

OBS: Você, escritor do Guia que fez este artigo: Você escreve muito, mas muito bem. Parabéns!

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@Willian Rosa:

Obrigado! É realmente bom ouvir isso! :D

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Não deveria estar no “Guia do PC Games”?

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@Augusto:

O GdP Games foi temporariamente desativado para reformulação. Entre no site e veja por você mesmo!

Abraços! :D

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Gostei da análise, realmente Bioshock é um jogaço!

Só não entendi a nota 9.9 para o enredo, era mais ético colocar logo 10!

PS: Belo texto
PS¹: Esses travamentos que aconteceram provavelmente seriam por causa do processador utilizado no teste seja fraco. Pois terminei esse jogo e nunca tive esse problema.

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Ahh sim… É que não apareceu no RSS. :P rsrs
Mas de toda forma, parabéns pelo review. Apesar de não ler ele todo (por falta de interesse em relação ao jogo) eu vi por cima. ^^

Abraços!

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@Cézar Felício:

Mesmo que o enredo seja perfeito, ele não pareceu merecer um 10 redondo para mim. Sou chato mesmo pra avaliar o enredo. Mas, fica a cargo de quem já jogou definir a nota como um 9.9 ou um verdadeiro 10! :)

Sim, creio que seja o processador mesmo o grande problema dos freezes. Porém, basta procurar na Internet sobre esses congelamentos que você irá encontrar jogadores com máquinas bem mais potentes tendo os mesmos problemas que tive aqui, mesmo utilizando o Patch 1.1… :(

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@tiotuli:

Ah… Desculpe ninha ignorancia sobre o assunto :D

É que eu tenho 2 amigos que jogaram ele também e eles nunca reclamaram de freezes, e também nunca aconteceu comigo…

Valeu e boa noite!

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Li o review todo e é pecado não comentar, muito bem feito e com 10 páginas!!

Primeiro ponto a observar é que a indústria de games poderia trabalhar mais no quesito enredo, pois é só observar os jogos que tiverem review aqui mesmo no Guia, como CoD 4 e Bioshock, os dois jogos com ótimos enredos.
Se quando os jogos fossem criados, o enredo tivesse a mesa importância que os gráficos e a jogabilidade tem, os jogos seriam ainda melhor, pq pra quem joga e se importa com a história, um bom enredo melhora bastante o jogo.

O único ponto fraco que eu achei do jogo é que o quesito shooter não é “tão shooter”. O sistema de tiro usado no jogo não é como os outros jogos essencialmente shooter, pelo menos foi isso que eu achei.

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Não joguei o game ainda, mas não acha afirmativas como:
“…o mais divertido jogo já visto;”
ou
“Nunca um enredo de um jogo para computador foi tão bem elaborado e diversificado;”
muito radical? O game é tão perfeito assim?
Creio que seja muito bom, mas colocá-lo como o mais divertido e com melhor enredo já criados não é exagero?

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@Augusto:

O jogo é excelente nesses quesitos, mas não é totalmente perfeito. :P

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@Augusto

Bioshock realmente é (desculpe a expressão) Foda! No quesito enredo ele é o melhor que já joguei!

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parace bom o jogo vou baixar

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Só lembrando que o único jeito legal de rodar o jogo completo é comprando-o.

Abraços!

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Ah sim: tiotuli, continue com suas reviews excelentes. Coisa de profissional mesmo!

Abraços!

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@Cézar Felício

Sei não kra…
Curti bastante a estória/enredo pelo review daqui, mas cito um monte de jogos com enredos que NA MINHA HUMILDE OPINIÃO são melhores que Bioshock:
Devil May Cry
God of War
Resident Evil
Final Fantasy

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Pessoal do Guia do PC, se vcs utilizam o Wordpress, vc bem que poderiam colocar o plugin Subscribe to Comments aqui neh.
:)
Seria legal acompanhar os comentários que estamos participando por email.
http://txfx.net/code/wordpress/subscribe-to-comments/

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@Augusto

Realmente esses jogos foram bons em enredo também, mas para mim o único que chega perto é RE4.

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Nao gosto de games que fazer eu ter mto med. xD

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Eu tava vendo o video ‘freaky moments’ e é realmente impressionante.
Quanto a qualidade dos gráficos, acho que o fato de o jogo se desenvolver dentro de um ambiente pouco iluminado dá a vantagem de exigir menos em termos de processamento se comparados a cod4 ou crysis, que se desenvolvem em ambientes bem mais complexo.
E o review merece um 10, rsrssrssrsss
abcs

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Cara, parabéns pelo review, muito bem detalhado e explanado, sem ser tendencioso e um texto bem direto.

Nota dez pro seu review ! =D

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o bioshock ta rodando 100% no vista com 1G de memoria ram HD sata de 7200rpm placa de video de 512 8800gt mesmo assim qeuria mais desempenho

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Bioshock é muuito bom!! Mas ainda tem que crescer muito para desafiar Half Life.

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