Análise de Mirror’s Edge para PC
23/01/09
Ficha Técnica

Mirror's Edge
- Título: Mirror’s Edge
- Produtora: Electronic Arts
- Desenvolvedora: EA Digital Illusions CE (DICE)
- Distribuidora: Electronic Arts do Brasil / Steam
- Plataformas: PC, Xbox 360 e PlayStation 3
- Motor gráfico: Unreal Engine 3 modificado, motor físico NVIDIA PhysX
- Data de Lançamento: 12/11/2008 (X360 e PS3); 13/01/2009 (PC)
- Gênero: Ação e Aventura em Primeira Pessoa
- Versão: 1.01
- Classificação Etária: 16+ anos
Requerimentos mínimos:
- Processador: Intel Pentium 4 3.0GHz ou superior;
- Memória RAM: 1GB;
- Placa de vídeo: 3D de 256mb, com suporte 100% ao DirectX 9.0c e ao Shader Model 3.0, NVIDIA GeForce 6800 ou superior;
- Espaço HD: 8GB;
- Placa de Som: compatível com DirectX 9.0c;
- Unidade de Leitura: DVD-ROM;
- Sistema Operacional: Windows XP SP2/ Vista SP1;
- Conexão banda-larga à internet para ativação online.
Requerimentos recomendados:
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.0GHz ou superior;
- Memória RAM: 2GB;
- Placa de vídeo: 3D de 512mb, com suporte 100% ao DirectX 9.0c, NVIDIA GeForce 8800GT ou superior;
- Espaço HD: 8GB;
- Placa de Som: Creative Sound Blaster X-Fi Series;
- Unidade de Leitura: DVD-ROM;
- Sistema Operacional: Windows XP SP3 / Vista SP1;
- Conexão banda-larga à internet para ativação online.
- DirectX 9.0c.
- NVIDIA PhysX 9.09.0010.
Configuração em que o jogo foi analisado pela equipe:
- Processador: Intel Core 2 Duo E7300 @ 2.66GHz;
- Memória RAM: 2x 1GB DDR2 Kingston PC6400 @ 800MHz;
- Placa de vídeo: XFX GeForce 9800GT 512mb GDDR3;
- HD: 500GB Samsung SATA2 7200RPM 16mb;
- Placa-mãe: ASUS P5Q;
- Conexão de internet: 1mbps;
- Sistema Operacional: Windows Vista SP1;
- Driver de vídeo: GeForce 181.20 WHQL;
Prós e Contras
Prós:
Uma das adaptações mais bem feitas ao PC. Apresenta cenários magníficos, altamente detalhados, amplos e coloridos, deixando o jogador de queixo caído. O bom disso é que o visual esplendido do jogo não sacrifica o desempenho, já que Mirror’s Edge consegue rodar muito bem em hardwares modestos, utilizando o poderoso Unreal Engine 3, de Gears of War e BioShock. O motor físico é o NVIDIA PhysX, um dos mais realistas da atualidade, que foi adaptado com maestria.
Ao mesmo tempo que apresenta uma mecânica de jogo baseada no Le Parkour, o game também traz combates armados, além de lutas corporais que ajudam a quebrar o galho nos momentos de ação. Os efeitos de câmera do jogo são perfeitos, assim como a própria visão da protagonista, que não se deixa atrapalhar pelo “rola-rola”. A tradução oficial de textos para português brasileiro que o game traz é uma mão na roda para quem não domina o idioma inglês, deixando a trama bem mais “interpretável”.
Contras:
O enredo do jogo é a principal ponto ruim. A história é um pouco truncada e não cativa, apenas cumpre o papel básico de dar algumas explicações do porquê a protagonista visita certas áreas. A campanha é tão curta – durando cerca de 8 horas – que demora para acreditar que o jogo já acabou. Além disso, é a mesma coisa do início ao fim: pular, correr, pular e correr.
A jogabilidade, às vezes, é frustrante ao ponto de fazer o jogador querer jogar o teclado pela janela. Muitas vezes, o simples objetivo de saltar em direção a um certo lugar pode se transformar em repetitivas quedas e mortes, fazendo o jogador agir na base da “tentativa e erro”. Os cenários, apesar de amplos, são extremamente lineares. O combate, tanto corpo-a-corpo quanto armado, ainda trazem alguns empecilhos.
Por fim, apesar de o jogo ser extremamente leve – se comparado ao seu visual impecável – quem quiser jogar com o motor físico da NVIDIA ligado, deve ter uma boa placa de vídeo, capaz de processar a PhysX o suficiente para não detonar com a performance do jogo, sendo que GPUs da ATI não suportam a tecnologia.
Geronimo!
Criado pelo francês David Belle na década de 90, o Le Parkour é uma das atividades que mais se desenvolve no mundo, principalmente na Europa e em algumas partes dos Estados Unidos e Canadá. Seu objetivo é usar apenas o poder do corpo e da mente para, através de saltos, cabalhotas, corridas, escaladas, em fim, qualquer movimento que possibilite ao praticante superar obstáculos em ambientes urbanos ou rurais.
Depois de desenvolver e lançar inúmeros títulos da popular série de ação multiplayer Battlefield, a sueca Digital Illusions CE, ou DICE, resolveu mudar os planos, e trocou soldados em um campo de batalha por um mundo opressivo onde a prática do Le Parkour é necessária à sobrevivência. Conheça Mirror’s Edge, lançado ao Xbox 360 e PlayStation 3 no ano passado e que agora chega aos computadores, apresentando uma jogabilidade diferente e um visual impecável!
Na borda do espelho
O jogador controla Faith Connors, uma “Runner” (corredora/mensageira, em português) que utiliza telhados e prédios para entregar mensagens e pacotes a líderes da resistência, durante um futuro próximo, em que um opressivo governo busca cortar e eliminar quaisquer fontes ou meios de informações ilegais. Justamente para correr e pular pelo “topo” da cidade, o Parkour se torna imprescindível a esses mensageiros fora-da-lei, dando-lhes uma vantagem massiva sobre seus perseguidores.
Neste contexto, a protagonista do jogo tem sua irmã injustamente acusada de assassinar um candidato a prefeito que tinha entre suas principais propostas acabar com a opressão imposta pelo governo. Fugindo das forças policiais, Faith tentará encontrar o verdadeiro assassino, buscando respostas com figurões locais e desvendando uma misteriosa conspiração, tudo para livrar sua irmã da prisão. Um enredo bem básico, com poucas novidades, que só deve prender a atenção dos jogadores mais entusiastas.
Ao infinito e além
Logo na missão de treinamento, já dá para se ter uma bela idéia do que Mirror’s Edge reserva: nada mais que um simulador urbano de Le Parkour. Faith é capaz de se mover com uma certa fluidez por todo o cenário, seja saltando de um arranha-céu a outro, ultrapassando muros, grades e escadas, rolando debaixo de canos e dutos de ventilação e executando algumas manobras de dublê, como agarrar-se a helicópteros e guindastes, tudo em alturas vertiginosas.
Para facilitar a movimentação, todos os lugares e objetos marcados com uma cor avermelhada devem ser seguidos e sempre representarão áreas de interesse para o progresso geral do jogo. Bom ou ruim, isso acaba desmascarando a falsa sensação de liberdade e o estímulo à exploração, revelando trajetos bem lineares. Se isso ainda não for o suficiente, basta segurar a tecla ALT para que o retículo de mira indique a direção certa.
Os controles são de certo modo bem adaptáveis, apesar de confusos no início. A ação no jogo é executada através de 5 botões: o SHIFT, que executa ações “baixas”, como se agachar ou escorregar; a clássica Barra de Espaço que permite ao jogador pular e escalar objetos; o botão esquerdo do mouse, que serve para abrir portas, dar golpes (combinado às duas primeiras teclas) ou atirar; o botão esquerdo do mouse para desarmar inimigos, recolher ou descartar uma arma; e por fim, o “Q”, que quando usado junto com a barra de espaço, fazem Faith utilizar a parede para acessar lugares mais altos.
Como já dissemos, todos esses comandos demoram um pouco para serem utilizados com fluidez pelo jogador. A estranha mecânica de jogo, ainda mais adaptada em primeira pessoa, pode parecer esquisita justamente por ser rápida demais, visto que a protagonista estará ou deverá estar sempre correndo. De certo modo, isso acaba levando a sussetíveis situações de frustração – famoso “tentativa e erro”. Basta um erro mínimo de tempo ou distância ao saltar de um lugar para outro para que Faith entre em queda-livre direto ao chão, obrigando o jogador a iniciar do último checkpoint salvo. Os mais impacientes, com certeza, vão querer jogar o teclado janela abaixo.
Correr ou atirar?
Constantemente, Faith estará correndo para despistar forças policiais, que a perseguem tanto a pé quanto de helicóptero. Mirror’s Edge fornece claramente duas opções ao jogador: simplesmente correr feito um louco pelos policiais ou atacá-los e usar suas próprias armas para matá-los. É aí que entra a parte do gun fight.
Convenhamos: Mirror’s Edge não é um FPS – First Person Shooter, mas sim um FPA – First Person Adventure/Action. A boa e velha troca de balas é um elemento secundário e só deve ser empregado quando não houver outra opção. Combinando algumas teclas com um apurado reflexo, é possível desarmar policiais ou combatê-los usando golpes corpo-a-corpo, seja utilizando voadeiras, carrinhos ou uma bela pancada na cara.
Entretanto, assim como a jogabilidade “tentativa e erro”, há empecilhos. Mesmo fornecendo uma espécie de “bullet time” para ajudar o jogador a desarmar inimigos mais parrudos e assim utilizar sua arma para defesa própria, nem sempre os comandos responderão com agilidade, deixando o inimigo contra-atacar e resultando num frustrante processo de peneiração por projéteis. A mira genérica das armas também deixa claro que o jogo definitvamente não é um shooter. Que fique claro: se você busca um FPS, é melhor passar longe de Mirror’s Edge.
Visual ofuscante
Apresentando um dos gráficos mais belos já vistos no computador – e o melhor: sem sacrificar a performance -, Mirror’s Edge foi na contra-mão das adaptações ao PC. Enquanto títulos aguardados como GTA IV e Saints Row 2 chegaram ao Microsoft Windows de forma precária, a Digital Illusions não mediu esforços para levar um jogo praticamente foto-realista à nossa querida plataforma.
O estilo gráfico é impecável, o suficiente para parar o jogo e ficar observando tamanha beleza. A enorme cidade, palco para a correria de Faith, é representada com texturas de alta qualidade e cores ofuscantes, misturando tons de azul, verde e amarelo, além do vermelho que representa particularmente a continuação das missões. A variedade de cenários, apesar de pequena e repetitiva, inclui arranhas-céus bizarros, estações de metrô, esgotos e complexos de escritórios misteriosamente desabitados. Os personagens se movimentam de forma bem natural, além do alto nível de detalhe em suas roupas, permitindo ao jogador enxergar, por exemplo, o pino de uma granada no bolso de um agente da SWAT.
As cut-scenes que conduzem o enredo, seguem o estilo “screen novel“, semelhante à histórias em quadrinhos, com poucos detalhes, mas com cenas em movimento. O repertório de músicas que compõe Mirror’s Edge utiliza trilhas quase sempre eletrônicas, combinando com a adrenalina do jogo.
A tecnologia física NVIDIA PhysX, quando ativada, permite cenários estupidamente reais. Desde a poeira se levantando no ar com o vento das hélices de um helicóptero até vidros e tecidos que se desintegram dependendo da força aplicada. Isso quer dizer que nem sempre estilhaços e outros pedaços voarão para as mesmas direções.
Mas nem tudo é bonito e perfeito. O jogo flui incrivelmente bem, mesmo em hardwares mais modestos. Entretanto, certos lugares podem derrubar fatalmente a taxa de frames por segundo. O PhysX também requer uma GPU parruda para executar cálculos sem comprometer a performance do jogo. Em casos extremos, ou se joga com a tecnologia desligada ou modifica as configurações e obriga o CPU a trabalhar com a física.
Considerações finais
Mirror’s Edge é bom. Não necessariamente um blockbuster ou uma super grande mega blaster hiper ultra uber wow produção, mas cumpre com a sua proposta. Totalmente focado na prática do Parkour virtual, algo já visto em jogos como Assassin’s Creed, o título da desenvolvedora DICE, veterana de jogos de guerra, traz um mundo opressivo, cheio de ação e adrenalina e algumas horas de paisagens vertiginosas. Infelizmente, o enredo, os controles simples, porém, de difícil adaptação, e o sistema de combate sem sal não colaboram, deixando o título não recomendável aos mais impacientes. Assista abaixo um vídeo em alta qualidade do gameplay de Mirror’s Edge gravado pelo time do Guia do PC!
Não requer um hardware de ponta para exibir seus cenários impecáveis, mas se você quiser curtir o jogo com o que ele tem de melhor em seu motor gráfico (e físico), é melhor que sua máquina consiga aguentar o tranco, pois o título da Electronic Arts, na hora certa, cobra seu preço. Sem dúvida, a experiência magnífica de Mirror’s Edge é recomendada a todos os amantes do gênero First Person, seja de aventura ou de tiros.












há 1 ano atrás
Muito bom esse jogo, ótima análise.
Eu rodo ele perfeitamente com 60fps cravado ( tem limitador ), no máximo, AA 8x e com PhysX on!
Recomendo pra que quer tentar algo diferente, eu no começo não tava muito animado, achei que ia ser mais um do tipo Portal ( Valve ), tudo futuristico e sem graça, mas ME é superior, e como Portal, tem partes que faz sua cabeça explodir nervo pra passar de certas partes, mas é bom heuaheuah.
há 1 ano atrás
Vc poderia nos informar a configuração em que vc rodou o jogo? Assim podemos ter uma base do hardware ideal para rodá-lo bem, assim como vc rodou! Falow
há 1 ano atrás
Está no começo do texto. Você leu?
há 1 ano atrás
Acho que seria interessante tu colocares o preço que tu pagaste para comprar o game também.
Tendo em vista que a Digital Illusions não mediu esforços para levar um jogo praticamente foto-realista à tua querida plataforma, acredito que o preço pago pelo game não tenha sido em vão.
há 1 ano atrás
O jogo está disponível no Steam por US$ 49.99, quase 100 reais. Se quiser ver a página do produto, clique aqui.
há 1 ano atrás
Super jogo. Muito bom. Impressionante a jogabilidade e as opções do cenario. Gostei tbm do time trial, onde vc tenta cumprir um determinado trajeto em menor tempo e podendo usar a sua criatividade para escolher a melhor forma de passar pelos obstaculos.
Simplismente fantastico.
há 1 ano atrás
Vou pegar uma placa de vídeo nova, e o PhysX tá fazendo minha decisão pesar bastante pro lado na Nvidia…
Fora os efeitos de física, PhysX aumenta a performace do jogo no geral? (considerando que vou pegar uma placa mais “parruda”, 9800GTX pra cima)
Que outros jogos decentes tem o PhysX habilitado? A diferença é tão perceptível quanto no Mirror’s Edge?
há 1 ano atrás
Se não me engano o desempenho não é muito alterado, mas a qualidade do jogo aumenta e muito. No vídeo que tem no post dá pra perceber isso.
Eu acho que vou comprar esse jogo só mês que vem, quando já tiver a versão em box. (E também porque esse mês tô meio apertado ._.)
há 1 ano atrás
O certo é aumentar, mas piora no ME. Muita gente está tendo esse problema, mas aqui não senti diferença, pois ta 60 cravado.
há 1 ano atrás
Quando lançaram o jogo, ainda na versão 1.0, tinha gente que não conseguia jogar com o PhysX ligado. Cerca de 20 minutos de jogo e o Mirror’s Edge crashava. Só com o Patch 1.1 e o driver físico novo pra resolver.
Tem certas partes também, principalmente a PhysX agindo em tecidos, que podem derrubar um pouco o desempenho do jogo. Já vi gente tendo que trocar as configurações e mandar o CPU calcular a PhysX porque a GPU não tava dando conta…
Vários outros jogos usam o PhysX, mas a PhysX mais recente modificada pela própria NVIDIA, creio que seja só o Mirror’s Edge por enquanto.
há 1 ano atrás
Tem pessoas com placa de video melhores que a minha 8800GT (algo como 9800GTX+), que simplismente, quando chega numa parte em que quebram os vidros no começo, os frames de 60 caem pra 5~10.
há 1 ano atrás
Vi alguns vídeos do Unreal Tournament 3 de mapas especialmente desenhados pra PhysX, e o cenário podia ser quase todo destruído.. Mas no Rainbow Six Vegas o PhysX não fez muita diferença…
Claramente a tecnologia não está 100% madura. E a quantidade de jogos de “top” habilitados ainda é um pouco limitada
Ainda vou pensar melhor pra trocar de placa…. Mas ainda existe a possibilidade de pegar uma 8600 mais pra frente, quando o PhysX ficar mais difundido, por um preço camarada
há 1 ano atrás
8600GT? Se você quiser uma PhysX decente, tem quer uma 8800GT pra cima, placas de video que tenham uma PPU e uma GPU parrudas. Se não, já era a performance…
há 1 ano atrás
Ops, não me expressei bem… Quis dizer uma 8600GT dedicada apenas para o PhysX
há 1 ano atrás
Ah, mas mesmo assim, não acho que seja uma boa. 8600GT é fraquinha e nem serve pra ser PPU… Mais fácil mandar o CPU calcular a PhysX, então.
há 1 ano atrás
Aqui minha 8600GT rodou o jogo muito bem, junto com um E4500 e 2GB Ram.
Será que tem algo haver com fato de que o DirectX que uso é 10.1 e a 8600GT é da série Fatal1ty?
há 1 ano atrás
Putz… Esse jogo é perfeito e, por ora, até que os requisitos dele não são tão absurdos. Cara, nunca vi visual tão perfeito quanto este… todos esses detalhes magnificos.
Realmente não é um super grande mega blaster hiper ultra uber wow produção, mas os queixos caem no chão.
O negócio mesmo é jogar o Mirro’s Edge pelo Playstation 3 ou Xbox 360, já que não precisa de tudo isso e nem pesa nada no PC.
[]’s
Lucas M.
há 1 ano atrás
Só que os consoles não suportam a NVIDIA PhysX do Mirror’s Edge…
há 1 ano atrás
Da onde que não suportam? Faz tempo que suportam já, da uma olhada aqui http://www.nvidia.com.br/object/physx_faq_br.html
há 1 ano atrás
Os processadores suportam, mas o jogo não faz uso. Foi isso que o Artur quis dizer.
há 1 ano atrás
Maneiro mesmo hein…
Pena é o ‘peso’ dele, não rondaria no meu PC nem a pau..
há 1 ano atrás
Bem legal! xD
há 1 ano atrás
Legal, mas o jogo só peca no caso da PhysX derrubar um pouco o desempenho. Eu, quando for jogar o Mirror’s Edge, com certeza vou ser obrigado a mandar o meu pobre CPU calcular a PhysX. Também com uma placa de vídeo como a minha, a XFX GeForce 7100GS…
há 1 ano atrás
Pra que tem placa da nvidia, faria muita falta jogar sem o Physx pq minha placa é da ATI eu to pensando em comprar o jogo…vlw
há 1 ano atrás
Jogar sem PhysX Faz, sim, uma certa falta. Dê uma olhada no vídeo que fois postado com ou sem o PhysX e vê só a diferença.
há 1 ano atrás
Bom, mesmo meio apertado aqui consegui comprar via Steam, o jogo é maravilhoso, e aquelas frustrações de “tentativa e erro” realmente dão vontade de jogar o teclado pela janela, hahaha !
A DICE fez mais um excelente jogo.
há 1 ano atrás
A sim, só pra adicionar: Levei mais de 8 horas pra baixar o jogo, mesmo à 240kb/s e às vezes chegando à 400kb/s (mesmo com net de 2mb, lol. pelo menos é o que o monitor de banda do steam mostrou).
há 1 ano atrás
@Ren: apenas placas de vídeo da ATI suportam DirectX 10.1 e é quase zero o número de jogos que oferecem recursos dessa minúscula atualização. Tem jogos que saíram com suporte a ele, mas retiraram logo em seguida, de tão insignificante.
há 1 ano atrás
Joguei esse jogo, e achei simplesmente demais. Poucos jogos me prendem como esse prendeu.
há 1 ano atrás
pra que banda larga para ativaçao ja fiz varias ativçoes online com internet discada sem problemas estes comédia do guia tem cada uma
há 1 ano atrás
Na verdade, qualquer conexão à internet é suficiente. Utilize o bom-senso.
Grato.
há 1 ano atrás
Realmente a jogabilidade é uma bosta
há 1 ano atrás
Ainda assim acho a Lara Croft a rainha do Parkour, mesmo que os jogos dela não tenham nada a ver com isso, mas ela dá cada acrobacia e escala cada lugar no Tomb Raider Underworld que deixa essa aí do mirrors edge no chinelo =-P
há 1 ano atrás
q tecla e \LB\ estou procurando ate agora no jogo aew
há 1 ano atrás
A 8600GT, nem o Mirror’s Edge, suportam DirectX 10.1, então não tem diferença. Agora em relação a ser da série Fatal1ty, isso aumenta o desempenho sim, pois a placa tem clocks maiores.
há 1 ano atrás
Isso deve explicar o porque de eu jogar com tudo aqui e com minha 8600 Fatal1ty.