A Microsoft anunciou hoje a chegada do Technical Preview do Office 15, a versão sucessora do bem-sucedido Office 2010. A prévia técnica é fechada a um grupo seleto de usuários que estão em um acordo de não-divulgação do software. Os usuários receberão o software e dirão o que funciona e o que não funciona.
O anúncio a seguir (em inglês) é do site do Office:
This morning, we reached an important development milestone: the beginning of the “Office 15″ Technical Preview Program. Office 15 is the codename for the next generation of the Microsoft Office products and services, and the Technical Preview is the first time we share our work with a select group of customers under non-disclosure agreements. These customers play a key role in our development process by testing early builds and providing feedback, which we incorporate into the final release.
At this early point in our development cycle, I’m not able to share too much about Office 15, but I can tell you Office 15 is the most ambitious undertaking yet for the Office Division. With Office 15, for the first time ever, we will simultaneously update our cloud services, servers, and mobile and PC clients for Office, Office 365, Exchange, SharePoint, Lync, Project, and Visio. Quite simply, Office 15 will help people work, collaborate, and communicate smarter and faster than ever before.
While the Technical Preview program is already full, everyone will have the opportunity to try the Office 15 public beta later this summer, and we’ll have more to share about the release then. In the meantime, I do want to thank everyone who is participating in the Technical Preview for their contributions and all our customers for their continued support.
PJ Hough
CVP of Development, Microsoft Office Division
O próprio PJ Hough no anúncio acima diz que não pode contar muito sobre o Office 15 e que todos os programas Office serão atualizados ao mesmo tempo, desde versões online como o 365 até para servidores, como o Exchange.
Há rumores de que a nova versão da suíte de produtividade da Microsoft já chegará adaptada para a interface Metro do Windows. A versão beta pública está prevista para ser lançada no verão do hemisfério norte (inverno no sul).












Hoje com o Office starter e o Libre já não há + necessidade de adquirir este produto, pelo menos no meu caso.
UsandoNão é bem assim…
Esse Office 15 já é mais integrado com a nuvem, coisa que os outros não são.
Sempre tem novidades, no dia que não tiver mais todas as empresas de tecnologia fecham.
Para quem tem visão, percebe que tem muito o que ser feito ainda, nem viveremos para ver onde isso vai parar.
UsandoCara primeiro essa tal “integração” é com o Hotmail e redes sociais ou similares que no meu caso não utilizo pois sou adepto ao Gmail e sou um internauta anti social.
UsandoSegundo meus 3 TCCs que fiz utilizei o Libre em todos sem precisar do Office mesmo tendo o 2007 em meu notebook.
Hoje em dia percebo que o mundo tecnológico não gira mais só em torno só da Microsoft, pois acredito que se fosse assim a tecnologia estaria estagnada.
Coloquei um (só) à +, pena que não tem como corrigir.
UsandoEstagnada por causa da MS ?
O correto seria dizer que ela estaria estagnada se não houvesse concorrencia contra.
O Office 2010 é anos luz a frente de qualquer outra “porcaria”-office, isso é fato.
Se o Libre te atende, parabéns. Se conseguiu fazer seu TCC com ele, excelente.
Mas o seu TCC, caso não saiba, é o Jardim da Infancia do mundo de verdade.
Agora, depois de formado e trabalhando em uma empresa de verdade (não instituições publicas, bancos publicos ou repartições em geral), tente usar o Libre Office na produção, em um ambiente aonde voce precisa dar resultado de verdade…
UsandoAinda bem que existe a Microsoft, senão nem sei se teríamos o Libre Office, já que esse se originou do velho Star Office que foi uma cópia descarada do MS Office 97.
Acho engraçado os críticos da MS, hoje criticam todos os seus produtos como se o que eles utilizam não tivesse sido inspirado nos produtos da MS.
Lembro de quando surgiram os primeiros Red Hat, quando ainda era um projeto comunitario, tudo era feito para ser parecido com o Windows, de forma que as pessoas nem notassem diferença, sem inovação alguma.
Hoje vocês dizem que estaríamos estagnados só com a Microsoft, difícil entender vocês.
O Libre Office está até hoje correndo atrás e é a MS que estagnou?
UsandoMS Office foi inspirado em outros produtos da época, como o Lotus, o da Apple e mais fortemente inspirado num software de uma pequena empresa canadense. Ter um ponto de referência não é ruim. Não é precisa reinventar a roda. Até é bom as empresas se inspirarem nas outras. Tá aí os sistemas operacionais e pacotes de escritório, cheio de inspirações uns nos outros, pra confirmar.
UsandoOnde está a inovação do Libre Office? Onde está a interface mais produtiva e inovadora em relação ao velho Office 97 que copiaram?
É fácil ficar esperando a MS fazer para depois criar um clone open source.
Queremos ver algo novo, diferente do que já existe, e isso a comunidade não faz.
Ainda bem que a Microsoft patenteou o Ribbon, senão já teriam copiado.(Caras de pau)
Depois tem gente que reclama de patentes.
Patente serve para forçar a inovação.
A MS inovou a interface, por que a comunidade não inova também?
Viva as patentes, assim teremos um Libre Office diferenciado do produto da MS.
UsandoNão dá para entender essa revolta boba. MS Office é excelente, mas achar esse excelente não faz do LibreOffice ruim ou “o grande mal que precisa ser combatido”. Se quer defender (e justamente) as qualidades do MS Office é só fazer isso falando dele, não atacando o LibreOffice, que é sim muito importante para todos. Seu antecessor, o OpenOffice, foi muito importante não só para baixar o preço do MS Office, mas para criar um padrão aberto e aceito de documentos além de criar uma atmosfera propícia para uma política pública de padronização.
Agora está falando de inovação de interface, MS fez um excelente trabalho, mas não significa que para ficar bom é preciso seguir o mesmo caminho. SoftMaker Office está aí para provar. Ele é muito prático e poderoso. Mas voltando ao LibreOffice e outros, uma nova interface está sendo desenvolvida sim, a Citrus, que é diferente de tudo que há. Outro projeto livre que merece destaque em interface é p Lotus Symphony. O sistema de abas e a integração com outros programas (até mesmo o sistema de Lotus Live da IBM) é fantástico. O projeto agora vai integrar o OpenOffice da Fundação Apache e é provável que melhore ainda mais.
UsandoNão é revolta Guilherme, é cobrança por opções melhores.
Chega de ter a MS como fonte de inspiração e o único alvo a ser atingido.
Queremos produtos melhores e inovadores.
Ficar só falando que temos opções, é pouco, queremos opções melhores do que a suíte da MS.
Será que isso é pedir muito?
UsandoComo eu disse, MS Office é excelente e por ser uns dos pilares de sustentação da Microsoft recebe grandes investimentos como nenhum outro pacote de escritório recebe. Mas isso não faz dele o único. LibreOffice, OpenOffice, IBM Lotus Symphony e principalmente o SoftMaker Office conseguem muito bem substitui-lo na maioria das tarefas. SoftMaker Office, aliás, considero muito mais prático para a tarefa de escritórios. Versão 2012 que já chegou para o Windows (em inglês, por enquanto) conta agora até com um programa de banco de dados e e-mail:
Usandohttp://www.softmaker.com/english/index_en.htm
Pois é Guilherme eu acredito que tem que haver uma equivalência de produtos, por exemplo, Firefox e Chrome, é difícil escolher qual é o melhor, mas cada um tem suas particularidades, a partir daí definimos qual é o melhor para as nossas necessidades.
UsandoNão ao Monopólio!
O Will está certo, precisamos de coisas melhores e não se conformar só com algo parecido e inferior.
Não vou me conformar só porque é gratuito, ou com outro que é mais barato mas não é o melhor.
Isso sim é ser alienado.
Quero sempre o melhor, não importa de onde venha.
UsandoSater, releia o que eu disse, por favor.
Usando@WIll @Guilherme Macedo @Sater
UsandoO X da questão é o seguinte:
O MS Office é o melhor programa do gênero atualmente. e é assim há anos! A maioria esmagadora das pessoas, não usa sequer 10% dos recursos disponíveis. Tanto por que não sabem como por que não precisam.
As suítes alternativas são importantes primeiro por atenderem perfeitamente bem a grande maioria dos usuários; e segundo por serem gratuitas.
Se vocês querem o melhor, sempre o melhor, saibam que têm que pagar por este melhor. Eu prefiro ficar com algo gratuito e muito bom e que me atende muito bem, do que ter o melhor que faz a mesma coisa que o primeiro.
Bom, fazendo uma analogia, se os limites de velocidade no pais são de 120 km/h, por que os carros são vendidos com velocimetros que registram 180, 200, 220, 240 km/h ?
Se a maioria usa apenas 10% dos recursos do Office, opa, tai uma oportunidade de ensinar os outros 90%.
Tenho certeza que muita gente trabalharia menos, e produziria melhores resultados se usassem mais do que os 10% …
UsandoNão estamos falando em carros. Não tem sentido fazer essa comparação.
UsandoA bom do OppenOffice e do LibreOffice é no meio público…. Assim orgãos públicos não gastam dinheiro público (seu e meu) com aplicativos que tem de graça no mercado…
E tem gente que acha isso ruim?
UsandoBom, não gastam dinheiro “,”.
Gasta sim, e bastante.
UsandoFico feliz por ter a integração com o Skydrive (25GB gratuitos)
E o Libre Office?
Quero ver a comunidade criar uma infra-estrutura dessas e oferecer tudo gratuitamente.
Mas vamos ter que esperar, eles estão até hoje com a interface do MS Office 97, nuvem então…
Usando@will : pare com essa revolta , isso so vai aumentar as discussões : vc nao precisa integrar tudo , ja temos o ubuntu one , dropobox , entre tantos outros…Nao precisamos ter editor de textos em casa , podemos usar google docs , ou o office online , basta estar-mos conectados…lembrando que fanatismo deixa as pessoas mais alienadas…a MS tem mta coisa boa mais tbem mta coisa ruim , o paradigma é que a MS tem um ótimo markenting…Vamos ser mais racionais…
UsandoCriticar é fácil, Fabrício.
UsandoTer uma opinião própria não é.
UsandoTer opinião e não ter propostas não resolve.
Propostas melhores, please.
Usandohttp://www.cultura.ufpa.br/dicas/open/wri-ind.htm
UsandoAos críticos do MS Office, não façam da experiencia limitada de vocês uma regra para o resto do mundo.
Para muitos aqui, um Libre Office nem é necessário, o uso é tão limitado que um Bloco de Notas já lhes serve.
Existem profissionais que usam esses produtos, pessoas com conhecimentos avançados de Excel, Word, Access, etc.
Aí é onde os produtos inferiores, que vocês acham que já estão bons engasgam.
Tem muito profissional que gera estatísticas no Excel, com milhares de linhas e gráficos avançados, através de dados exportados de alguma base SQL e precisam de desempenho e disponibilidade de diversos recursos que não existem nos pobres genéricos.
Se ninguém precisasse de nada melhor a MS já teria fechado as portas.
Não estou aqui defendendo a MS, estou sim criticando a concorrência.
Agradeço o trabalho da comunidade, mas ainda é pouco, precisamos de mais.
As pessoas hoje são muito conformadas e limitadas no computador, se contentam com muito pouco, não fazem mais cursos para extrair o máximo de cada aplicação, ficam só no básico.
Acham que uma pessoa que é capaz de extrair o máximo dos seus aplicativos vai se conformar com algo do tipo?
http://youtu.be/875AbZcWoCk
Arquivo do vídeo:
http://www.mediafire.com/?ai1pro2pfex0428
http://youtu.be/iz3ki4_i-AM
Arquivo do vídeo:
http://www.mediafire.com/?hi4hb6s61yh1g7e
Na boa, mas me dá náuseas de pessoas que dizem que ninguém precisa de nada a mais do que um Libre Office.
Não precisam porque não estudaram o suficiente.
Volto a dizer, não estou defendendo a MS, estou cobrando produtos melhores.
Por mim a MS que se exploda, mas a verdade é que a concorrência está muito, mas muito ruim mesmo.
UsandoMS Office é sim excelente e muitas tarefas é sem igual (cujo uso é de público limitado). LibreOffice, Lotus Symphony, SoftMaker Office, que como eu disse, é um dos melhores pacotes que existem, entre outros são sim muitos bons e é isso que precisa ser considerado. O que acontece é, como sempre (sempre!!!) um maniqueísmo tremendo, onde faz muitos pensarem, absurdamente, que se um é fantástico os outros tem que necessariamente serem ruins.
Usando“MS Office é sim excelente e muitas tarefas é sem igual (cujo uso é de público limitado). ”
Guilherme, o público é limitado porque as pessoas estão despreparadas.
Aqui onde trabalho, estão contratando 3 pessoas com conhecimentos avançados em Excel para trabalhar justamente com estatísticas e não encontram, daí resolveram pagar cursos oficiais Microsoft para pessoas da empresa mesmo.
Existe um grande abismo entre as pessoas nem ao menos conhecerem as capacidades de um produto, e o não precisarem dele.
Se muitos soubessem do que um Excel é capaz, tenho certeza que estariam até em um emprego melhor.
Então não dá para ficar defendendo produtos que estão sempre na rabiola e nunca oferecem nada melhor ao mercado.
Também não defendo a Microsoft, só acho que o mercado está carente de produtos inovadores, só vejo a Microsoft deitando e rolando na liderança da suíte de escritórios e os outros só olhando para ver o que dá para copiar e distribuir gratuitamente.
Lamentável.
UsandoAspectos históricos proporcionaram a liderança no MS Office quando ele nem ao menos era melhor que os concorrentes. Contando com o poder de mercado da Microsoft eles tomaram a ponta. Tomando a ponta conseguiram criar um modelo de negócio que praticamente, junto com o Windows, sustentou a Microsoft durante décadas. Com esse grande lucro pode investir pesadamente, sem igual, no produto, mas isso não quer dizer que os outros sejam ruim ou devem desesperadamente para o MS Office. Como eu disse vários pacotes de escritórios são excelentes, alguns até mais práticos (assim acho), como o SoftMaker Office.
UsandoAgora eu concordo que existem pessoas mal treinadas. Esse, aliás, é o problema do país. Falta de treinamento é endêmico, não só por causa das pessoas, que não investem em si, como tbm o governo que não vê o quanto é prejudicial para o país e até o empresariado, que reclama muito mas comumente não faz nada. Mas eu pergunto é se realmente as funções avançadas são necessárias para a maioria das pessoas, são? Não. Funções avançadas são para público restrito, não o comum. A maioria das pessoas usam funções básicas, que qualquer pacote de escritório como o da Document Foundation, o da Apache, o da IBM, o da Corel, o da SoftMaker e até outros, não tão conhecidos, faz muito bem. Alguns, como da IBM, com ideias muito boas, como as abas, outros, como da SoftMaker, muito práticos e velozes, ou seja, o MS Office é fantástico, mas é substituível sim para muitas funções, e isso não tira o mérito dele, de maneira nenhuma, pois só leva em conta o custo-benefício, e não a qualidade em si.
sinceramente eu acho que o sater deveria ir a merda.
Usandoo nelson rodrigues não faria diferente.
O office 2012 ja esta muito bom, nestante vão por tantas ferramentas no office que ele vai perder ate a usabilidade
UsandoSe continuar bom assim , eu vou comprar
UsandoDepois quando o jornal da Globo diz que tem vagas sobrando, só estão faltando pessoas qualificadas para os cargos, tem gente que não acredita.
UsandoBom, eu não contrataria na minha empresa um funcionario caso eu percebesse que ele domina 10% de uma ferramenta… Seja Excel, Word ou qualquer outra coisa.
Ja em cargo publico…
O que conta é quanto mais tempo perder melhor,.. Economizamos com licenças, temos um software não proprietario, e colocamos 5 pessoas para fazer o serviço que uma bem treinada com um software proprietario faria sozinha.
É isso ai, economia de Brasileiro, geração Molusco em Ação…
UsandoCargo público vc faz concurso. Uma prova que testa conhecimentos específicos. Não é preciso, claro, mas é mais eficiente e justo que uma entrevista na base do “eu sei isso, eu sei aquilo” ou “QI” (Quem Indique). Além disso tem todos os aspectos de legalidade e constitucionalidade vindo dos princípios Republicanos.
UsandoQto ao resto falado é um tanto obtuso e irresponsável pensar assim da política pública de Estado sobre dependência tecnológica e o dinheiro público. O software livre economiza sim e é eficiente nas tarefas da administração pública, mas não é só isso, é a junção de uma política pública de independência tecnológica e desenvolvimento nacional, que é estratégica. Tentar pensar sem ver as consequência secundárias e os aspectos políticos e de Estado é não entender de administração pública.
UsandoFelizmente nem todos são “empreendedores” como você, pois o mundo é um lugar melhor com 5 pessoas empregadas do que 1 sozinha.
Emprego público é uma forma justa de pessoas com determinação e esforço conseguirem melhores salários. Se a pessoa tivesse dinheiro para pagar o melhor curso de informática do mercado, com certeza não precisaria estar concorrendo a um cargo público, visto que quanto maior o salário menor o conhecimento em informática é exigido. Para isso existem empresas terceirizadas e cargos/funções específicos.
Aprender a usar uma suíte de escritório, na teoria todos podem. Já o caráter e comprometimento de um funcionário, patrão nenhum pode comprar.
Lembre-se:
UsandoBRASIL – UM PAÍS DE TODOS
Falou tudo,
UsandoNuma comparação entre empresa privada e pública, só chegamos à essa conclusão:
Pública, investe em retrocesso tecnológico e ineficiência para aumentar os cargos públicos para encaixar toda a família, com salários acima da iniciativa privada, com aposentadorias acima da média que o povo tem de pagar.
Privada, investem em tecnologia e eficiência, e redução de quadro de funcionários.
Empresa que não investe em tecnologia para que 1 pessoa faça o trabalho de 5, fecha as portas.
O estado está com o quadro de funcionários inchado, está quebrado, é ineficaz, e o povo é quem paga o cabidão de empregos.
Aí os fanáticos do SL acham o máximo, pois alimentam a esperança de um dia estarem pendurados lá também.
Brasil, um país de tolos.
Vão estudar gente, vão gerar empregos ao invés de se encostarem no estado.
Vão produzir tecnologia também ao invés de ficar esperando alguém lhes dar o que vocês precisam.
Bom, acho que essa discussão já tomou um caminho diferente da tecnologia, mas preciso falar umas coisas.
UsandoWall, você está generalizando tudo, meu camarada. Eu já trabalhei em ambas as iniciativas (pública e privada). Quem faz concurso público, não que se “enconstar no Estado“. Está à procura de um emprego com salário digno e justo e boas condições de trabalho. Ou seja, o que todo mundo quer. A área pública não é formada de técnicos em informática, analistas ou gestores de redes. A maioria que está estudando para concurso público, assim como eu já estudei por bons 2 anos da minha vida, deseja advogar, se tornar um juiz, etc… e vê os concursos públicos como uma porta de entrada para poder crescer nesse meio.
Depois que saí e me dediquei somente à tecnologia, já tive a oportunidade de atender à vários donos de empresas privadas, muitas delas de médio porte e acredite, em pelo 2011 eu encontrei empresas que ainda usavam Windows 98! E não era por que tinha um sistema FDP que não podia ser atualizado. O programa que eles usavam funcionava perfeitamente bem no Windows 7. Eu sugeri montar um novo parque de máquinas, sabe o que ele disse? “Muito caro. Deixa esses aí mesmo, quero só que conserte e pronto.“. e não foi o único que disse isso. Em geral, se o empreendedor não for ligado em tecnologia, sua empresa também não será o exemplo de vanguarda tecnológico que você sonha e prega.
Enfim, acho que você deveria pensar um pouquinho mais antes de postar os seus comentários e falar algumas barbaridades.
Valeu!
Felipe, estou falando de empresas bem administradas, não de bocas de porco por aí. Essas também existem e estão capengando no mercado, nunca saem do buraco.
Empresas bem administradas não tem ideologias tecnológicas, buscam eficiência, sejam baseadas em software livre ou proprietário, enquanto que no estado as ideologias tomaram conta e são adotadas incondicionalmente, mesmo que isso gere mais custos e mais ineficácia, além da que já existe.
Em tecnologia não se pode ter ideologia.
Se empresas fossem orientadas por ideologias, nenhuma pagaria fortunas para usar Oracle, SAP, SQL Server e etc., ja que temos alternativa opensource, mas nem sempre são a melhor solução para todos.
UsandoA máquina pública não pode ser inchada, precisa ser enxuta e eficaz.
Nosso país está sofrendo muito com essa ineficiência, por isso pagamos trilhões em impostos e mesmo assim não vemos retorno algum.
Sei que é ótimo ter estabilidade e um ótimo salário, mas o estado não pode pagar mais do que a iniciativa privada.
Vejam se em um país desenvolvido isso acontece.
Bom salário e estabilidade qualquer um pode conseguir até por conta própria, é só investir em si mesmo e na coisa certa.
UsandoWall , o q vc falou é baseado em fantasia. No investimento em software livre e de código aberto feito pelo governo é estratégico e não só serve como economia de dinheiro público mas para desenvolvimento e independência tecnológica. Nos últimos anos órgãos importantes passaram a criar tecnologia, ganhar know-how, contratar mão-de-obra nacional, incentivando a industria brasileira. Antigamente alguns órgãos, como a SERPRO, por exemplo, era um simples contratador de serviços.
UsandoDepois, o que vc disse sobre “cargos para família” é o cúmulo do absurdo. Para cargos públicos é preciso passar em concurso, na prova, ter os requisitos para o cargo e até fazer provas de títulos. Como disse antes provas não tem precisão matemática, mas são o melhor para avaliar, pois não usa o método do “quem indicou” ou “vc é mais bonita”. Ali é competência.
Outro mito gigantesco é achar que a máquina pública está inchada. É o contrário. Relatórios internaicionais mostram que nós, Brasil, temos um número de funcionários públicos reduzido, um dos menores do mundo, e isso é prejudicial para o país, pois não deixa a máquina estatal andar. Aliás, o que faz não andar ainda é o emprego comissionado, que nada tem a ver com servidor público. Esse não passa em concurso, é apadrinhado, e gerencia tudo. Esse, aliás, é que faz consumir o orçamento, não os servidores.
Agora antes de falar algo do tipo é melhor ter conhecimento.
Guilherme, vc acredita mesmo nisso?
Quantos anos você tem? Amigo, você parece ser bem jovem, do tipo que ainda acredita no governo.
Não acredite em argumentos, muito menos em pesquisas feitas por instituições do próprio governo.
http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/brasil-vai-pagar-caro-maquina-publica-inchada-590850
O Governos ter tecnologias próprias na área de segurança, tudo bem, mas pára por aí.
Serpro quando era um grande contratante de serviços, estava certo, estava gerando empregos na iniciativa privada que é muito mais dinâmica e geradora de impostos para o próprio governo.
UsandoEssa conta não fecha com o governo assumindo negócios que devem ficar à cargo da iniciativa privada.
Se o governo é quem resolve produzir tudo, de onde sai a arrecadação para manter toda a máquina (mãe) geradora de empregos?
Esse papo de governo ter que adotar SL para independência tecnológica é coisa de alguns comunistas tomadores de decisão que entraram no governo do PT (nem precisa citar as figuras).
Veja a situação da Grécia, é um país com industria fraca, buscou compensar o fracasso da iniciativa privada e começou a contratar funcionário público, hoje não tem mais de onde tirar dinheiro.
Estados Unidos é o maior cliente de muitas empresas privadas, que geram empregos e impostos, e o Brasil também.
Daqui há pouco o Brasil está produzindo carros também para gerar emprego público e buscando independência tecnológica… Só faltava essa.
O caminho é investir em educação e fomentar pesquisas para que as próprias pessoas se tornem empreendedoras, desenvolvedoras de tecnologia e geradoras de emprego.
Governo assumir esse papel, é coisa de governo comunista e nunca dá certo.
Ah, faça algumas amizades dentro da USP e se surpreenda ao saber que a maior parte dos funcionários são membros de poucas famílias, rs.
Você ainda tem muito o que viver garoto.
Sater, esse argumento de “quantos anos você tem” é a maior furada e não faz sentido no assunto, até pq se falasse eu certamente teria mais do que vc.
UsandoComo eu disse, a máquina pública está inchada sim, mas nada tem a ver com os servidores público (não como você está imaginando). Até colocar o serviço público em xeque pela má administração – que nada tem a ver com os servidores – é não conhecer da história o do motivo da existência do Estado. Até querer comparar com a Grécia é sem sentido. Brasil não é Grécia. Brasil tem um gerador de riquezas diversificado, um poder econômico que nada se compara com a Grécia.
A questão explicada sobre isso é desmitificar os mitos e desvendar as mentiras deslavadas. Servidores públicos não ganham cargos, eles entram por meritocracia. É preciso fazer prova e passar. Como se trata do Estado nada melhor que isso, pois evita “apadrinhamentos”. Depois o Brasil sim tem baixa proporção de servidores públicos, como mostra a OCDE. Só o Japão tem uma proporção menor. Como dizer a OCDE, serviço público é essencial para o crescimento do país. E claro, nada melhor que usar princípios Republicanos e não Monárquicos, como alguns querem (empregos para os amigos do Rei). O inchaço da máquina pública não tem a ver com isso e sim com a má administração – administração que não tem a ver com servidores públicos de carreira, técnicos, especialistas que entraram por mérito depois de uma seleção. Além disso, como mostra a OCDE, alguns cargos precisam ter mais investimentos, pra não perder mão-de-obra qualificada.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100520_relatorio_ocde_servidores_rw.shtml
Depois, vc não entendeu o conceito de software livre e de código aberto como estratégia de Estado, política pública de independência tecnológica, desenvolvimento nacional, gerador de emprego e fomentador de know-how. Dizer que esse modelo que gerou e continua gerando esses benefícios é ruim é não conhecer de política de desenvolvimento nacional. Dizer ainda que é coisa de “comunista” é cair no ridículo. É uma tentativa boba de desmerecer uma política pública de desenvolvimento tecnológico e nacional diferente do neoliberal.
Outra tentativa de comparar o modelo de software livre e de código aberto como política pública e comparar com um modelo onde o Estado tira da livre iniciativa a produção é atestar que não entendeu e não está informado sobre o funcionamento do modelo adotado. Política pública de software livre e código aberto como desenvolvedor de tecnologia nacional, fomentador de emprego, etc, etc, etc, como falei antes, nada tem a ver com isso. Não é “o Estado fazendo carros no lugar de empresas”. O governo ditando os rumos do Estado não tem nada a ver com afastar a iniciativa privada. O que tem que ser feito e está se tentando fazer é não deixar o Estado dependente das estratégias comerciais do poder privado, mas ditar os rumos de acordo com o interesse público para justamente criar condições para a livre iniciativa. Tanto que a criação de empregos nacionais cresce com a escolha do software livre e de código aberto como política pública.
que coisa!
UsandoKKKK, Realmente o governo fabricando carros seria a nossa decadência mesmo.
A verdade é a seguinte:
O ideal seria que nossas escolas formassem pessoas capazes de criar grandes empresas como Microsoft, Oracle, Google, etc, etc.
Apesar se ser adepto do software livre, não vejo como essa ânsia do governo de extirpar todo o software proprietário pode gerar mais empregos do que o modelo americano.
Guilherme, a forma que vc tenta colocar o software livre, como se sem ele não se pudesse ter desenvolvimento, é ridícula.
Precisamos incentivar a livre iniciativa, ensine nossas crianças a criarem algorítimos, e ninguém mais vai precisar ficar nessa luta in glória em defesa do software livre.
Capacite, e deixe que as pessoas escolham seu tipo de negócio.
Se nossos jovens não souberem criar algorítimos úteis, não é o software livre empurrado goela abaixo que mudará as coisas.
O conhecimento não depende de termos o Linux ou LibreOffice, o conhecimento nos permite criar coisas ainda maiores do que tudo isso.
“No Brasil existe muita ideologia e pouca autoria” (.)
UsandoVc e outros estão confundindo estratégia de Estado, política pública de desenvolvimento e independência tecnológica com cerceamento e interferência na livre iniciativa. Não tem nada a ver com isso. Aliás, não tem absolutamente nada a ver. Vc estão confundindo as coisas. Software livre e de código aberto como política pública está na esfera do Estado e do interesse público. software livre e de código aberto como política pública de desenvolvimento nacional, independência tecnológico, e fomentador de know-how cria oportunidades para a livre iniciativa e cria empregos. Software livre e de código aberto como política pública não tem NADA a ver com obrigar empresas privadas a fazer o que a estratégia de Estado programa. Não sei de onde tiraram isso.
Usando“Segundo o estudo, isso se deve a uma combinação de fatores, como as remunerações excessivamente baixas no setor privado para certas funções, a proporção maior de cargos qualificados no setor público e “a escolha que tem sido feita de pagar relativamente bem os servidores públicos em posições essenciais para motivar seu compromisso e atrair e reter uma força de trabalho altamente qualificada”.”
Devo acreditar nesse estudo?
Se a remuneração no setor privado é extremamente baixa, porque o governo tem de pagar tanto para o funcionário público para retê-lo? Para onde ele vai, se o setor privado paga mal?
Esse é o grande problema, o setor público paga salários e benefícios acima da realidade do trabalhador do setor privado, a conta não fecha mesmo.
E tem gente querendo que o governo assuma o desenvolvimento tecnológico, já que o mesmo não prepara nossos jovens para tal.
Quanta ideologia (MELDELS)
UsandoSim precisa pagar bem certos setores, estratégicos, de alta capacitação, pq senão vão pra iniciativa privada, onde as oportunidades são maiores. Para entrar no serviço público é um longa maratona de seleções, onde as vagas são restritas e poucos. Se o salário for baixo, não vale a pena.
UsandoE o desenvolvimento tecnológico é questão de Estado, nem de governo é. Todo país desenvolvido levou isso seriamente. Deveria sim, investir mais em educação, mas isso é outro assunto:
http://sinapseslivres.com.br/2011/08/medidas-do-governo-para-a-tecnologia-e-a-educacao/
O estudo que você postou retrata claramente a situação do Brasil.
UsandoA fatia do PIB direcionada ao pagamento do funcionalismo público está na média dos países desenvolvidos, só o percentual de funcionários que está abaixo, justamente pela desigualdade gerada lá no começo, onde o cargo público era preferencial dos amigos do rei, amigos do rei precisam ganhar acima da média. Essa situação começou a mudar há pouco tempo, mas até hoje ainda existem muitas fraudes em concursos.
O prejuízo ficou e agora é difícil reparar, o funcionalismo público é intocável e cheio de direitos adquiridos, não tem como mudar nada.
O software livre no governo só gera mais empregos para funcionários públicos, aqui do lado de fora as coisas acontecem independente das escolhas de software do governo, e nada muda aqui fora, só lá dentro que vão contratar mais técnicos e engenheiros para desenvolver o software do governo, já que não dá também para ser guiado só pela comunidade, o governo tem que ter seus objetivos e seu rumo, então se faz necessário a contratação de equipes.
Como formar um centro de P&D no governo se a cota do PIB já está no limite?
O problema é que no Brasil estão tentando fazer a coisa de forma muito autoritária, acredite, tem muito fanático lá fazendo as coisas sem medir consequências, por isso mesmo a lei de preferencia de compra de software livre não é respeitada, querem o software livre incondicionalmente, e não tem equipe para manter tudo isso.
Extremadura, na Espanha começou querendo ter sua própria tecnologia, sua própria distro, depois de ver que não era tão simples manter tudo isso, optou só pela gratuidade de uma distro pronta (Debian).
Tudo deve ser feito com moderação, medindo prós e contras, tudo na vida tem prós e contras, não tem como fugir disso.
O governo sempre vai depender do setor privado, esse negócio de que o governo vai virar refém é exagero, você considerou só o software?
O governo não é autossuficiente, depende de muita coisa vinda do setor privado.
A analogia de o governo fabricar carros é muito pertinente. O governo vai fabricar hardware também? Então, como toda ação gera reação, hoje vemos uma preparação por parte dos grandes fabricantes de software para terem seu próprio hardware amarrado ao software, ou você não percebeu?
Enfim, como já dizia a vovó: “Tudo que é demais, faz mal”.
Sobre os servidores público ainda há mitos incríveis. Como falei, temos poucos funcionários. ALGUMAS categorias ganham mais que a média por questão de estratégia, para não ir para a iniciativa privada. Hoje com nossa constituição não há mais “apadrinhamento” no serviço público. Hoje a entrada é por mérito (não estou afirmando que não tenha fraude, mas isso é a exceção que jamais podemos dizer que é regra. Afirmar isso chega a ser criminoso). Os servidores tem que fazer provas e ter o exigido (um engenheiro de software tem que ser formado em alguma área da tecnologia). As regras de estabilidade e todo o processo legal servem para governo não interferir em Estado (governo e Estado são coisas diferentes). Um servidor público é servidor do Estado, não do governo. Servidor do governo é cargo de confiança, que não passa por provas e não é por mérito. Isso, aliás, é que ajuda a inchar a máquina pública. Ou coisa que ajuda é justamente o que vc falou. Antigamente não existia isso de “mérito” e hoje ainda pagamos por isso. Tem categorias que ganham míseros 3 mil Reais mas tem muitos funcionários, de antigamente, que as vezes nem concurso fizeram, que ganham (pasmem) 60 mil Reais. Essas exceções é que ajudam a inchar a máquina pública, não o funcionalismo de maneira geral, que é necessário e mais necessário qdo se pensa nas regras de estabilidade e devido processo legal, que servem para os funcionários do Estado não servirem de peças para manobras políticas de governos (governos são passageiros).
UsandoQto software livre e de código aberto como política pública de Estado o que vc falou tem uma ponta de confusão. SL e CA como política pública de Estado não é para o Estado possar ser produtor, substituindo a livre iniciativa, muito pelo contrário. SL e CA como política pública de Estado serve como diretrizes estratégicas para o país, para independência tecnológica, desenvolvimento nacional, criação de empregos no país e fomentador de know-how. Isso tudo já mostra resultado, todos esses. O país não só economizou dinheiro público e teve os benefícios anteriormente falados mas virou referência mundial no setor, atraindo investimentos privados em grande quantidade.
Guilherme, você tem números que comprovam o investimento recebido pela adoção do SL?
Acho que o software como conhecemos está prestes a acabar.
Ninguém nega que o futuro da computação são os tablets, eu já vou além, acho que serão só smartphones super poderosos que farão tudo o que precisamos, podendo ser ligado a uma tela maior ou um teclado quando necessário. Os smartphones quad-core já estão aí.
Vocês estão discutindo sobre coisas que daqui 10 ou 20 anos já não farão mais nenhum sentido.
Faz algum sentido o estado investir em software para controle do microondas que o estado compra? Claro que não, que importância tem esse software do microondas?
Ou alguém duvida que computadores serão como calculadoras, ou microondas? Só ligar e usar. Tem um software? Claro que sim, mas quem se importa com ele? Ele só funciona e pronto, é tudo como uma coisa só, hardware e software.
Há 20 anos atrás, quem poderia imaginar que um smartphone poderia substituir alguns computadores em 2012? Ninguém, as pessoas são um tanto quanto incrédulas, só acreditam depois que acontece.
Agora pergunto, se já estamos nesse estágio, o que podemos esperar para os próximos 20 anos?
A resposta é a simplificação total de tudo o que conhecemos.
Um iPad já é um computador poderoso, que faz muito mais do que um computador de 15 anos atras, com tamanho super reduzido, sem complicação alguma, qualquer um consegue usar por intuição, sem manutenção, sem cursos, etc.Algo inimaginável 20 anos atras
Marque bem essa data “”
http://www.theverge.com/2012/2/3/2768048/in-a-different-world-microsoft-should-make-their-own-laptops-and
Muita coisa vai mudar, e o software já não será tão manipulável em nossos computadores como é hoje.
Computador como eletrodoméstico é o futuro, e essas discussões sobre software já não farão nenhum sentido.
UsandoEntendi seu ponto de vista, mas isso não bem o foco da discussão. O que tava sendo discutido é software livre e de código aberto como política pública. É dentro do cenário estatal e político. Software livre no cenário de comercio privado foi discutido aqui e postei minhas colocações
Usandohttp://www.guiadopc.com.br/noticias/22830/microsoft-bloqueara-instalacao-linux-sistema-arm.html
Tá a discusão era sobre MS, LIBRARY OFFICE entre outros agora já virou discusão de politica empresas estatais, ou privadas, agora já eh sobre software livre e de codigo aberto.
Caros vamos focar numa discusão e não gerar 3 ou 4 para nenhuma resultar em nada, todos queremos novas ideias ou opções não a monopolização de apenas uma empresa então sejamos racionais tem softwares de mesma arquitetura a MS mas tem gostos diferentes ou seja tem quem prefere a MS tem quem prefere a LIBRARY assi como tem pessoas qeu preferem o ubuntu ao invés do windows e assim por diante as opniões são diferentes assim como os softwares, então cada um com a sua opnião não adianta ficar malhando as empresas ou o departamento público ou desenvolvedor dos demais softwares baseados no MS quer um programa bom assim como facilidade??? CRIE UM não reclame de que já criou ou pelo menos tentou!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SÉRIO essa discusão foi ridicula……..
Usando